Suporte Tecnológico: A ferramenta que pode revolucionar o Futsal

- Advertisement -

E se o Futsal agora tivesse VAR (Video Assistant Referee)? Pois bem, não é de todo com esta designação como estamos tão habituados na linguagem do “futebolês” e há uma grande diferença, mas o objetivo é praticamente o mesmo (se não, igual). Testado pela primeira vez em Espanha, o «Suporte Tecnológico» teve como principal objetivo ver se este melhorava (ou não) a qualidade do jogo.

Sem um grande nome ainda atribuído, digamos que a Taça de Espanha serviu de “cobaia” para aquilo que podia ser o teste final. A ideia era, possivelmente, implementar a medida no Mundial de 2020 na Lituânia, que muito provavelmente não se realizará devido ao COVID-19. Porém, deixemo-nos de futuros e vamos decifrar esta nova ferramenta numa linguagem mais leiga.

COMO FUNCIONOU O «SUPORTE TECNOLÓGICO»?

Esta nova ferramenta à disposição dos árbitros só podia ser usada em cinco casos: golos (para anular ou validar); situação de penalti ou não penalti; situações de cartão vermelho direto; erro de identidade; e incidências de cronómetro (erros no tempo de jogo).

Mas, os árbitros tinham sempre de tomar uma decisão, independentemente de haver este novo «suporte tecnológico». Só podia haver motivo de revisão, e consequente troca, se o erro fosse claro, sendo que o árbitro seria sempre o último a tomar a decisão final sobre o lance em questão.

As câmeras que estão ao fundo da imagem serviram para ajudar o árbitro na revisão dos lances na Taça de Espanha
Fonte: RFEF

Mas apenas podia haver revisão em caso de aviso deste erro claro? A resposta é não. Os treinadores tinham o direito a uma revisão por cada jogo. Agora a questão que deve ter é: como se pede então? O treinador tinha de esticar o dedo indicador e rodá-lo em círculo para que assim o juiz da partida pudesse fazer a revisão do lance. Caso a solicitação fosse correta, o treinador continuaria a ter a possibilidade de pedir nova revisão.

Falta agora apenas explicar como se procede à revisão e também como é que é esta zona de revisão. Ora pois, a zona de revisão esteve ao nível do campo com dois monitores e também com um operador que não era árbitro. Este último ajudou apenas na revisão do lance em termos técnicos e o facto de não ter o mesmo nome do que no Futebol (VAR) é devido ao facto de não existir do “outro lado do ecrã” alguém ligado à arbitragem. Quando o árbitro acabava a revisão tinha de indicar, novamente, o mesmo movimento que fez no início de um monitor e, por fim, tomar a decisão final.

João Pedro Barbosa
João Pedro Barbosahttp://www.bolanarede.pt
É aluno de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social, tem 20 anos e é de Queluz. É um apaixonado pelo desporto. Praticou futebol, futsal e atletismo, mas sem grande sucesso. Prefere apreciar o desporto do lado de fora. O seu sonho é conciliar as duas coisas de que gosta, a escrita e o desporto.

Subscreve!

Artigos Populares

Kalvin Phillips volta a ser emprestado ao Sheffield United

Kalvin Philips foi novamente emprestado ao Sheffield United. O médio-defensivo chega do Manchester City até ao final da época.

Everton e Crystal Palace trocam os extremos

O Everton troca Dwight Mcneil por Brennan Johnson do Crystal Palace. Ambos os jogadores assinaram um contrato válido durante quatro épocas.

Divin Mubama emprestado ao Southampton

Divin Mubama foi anunciado no Southampton. O ponta-lança chega por empréstimo do Manchester City até ao final da temporada.

Cádiz troca de treinador a quatro dias do começo da época

Albert Celades substitui Imanol Idiakez no comando técnico do Cádiz. O treinador deixa o clube espanhol a quatro dias do começo da temporada.

PUB

Mais Artigos Populares

Al Yarmouk vence e mantém o segundo lugar da Zain First Division

O Al Yarmouk, orientado por José Mota, vence o Burgan e mantém o segundo lugar na luta pela promoção ao principal escalão do Kuwait.

Manor Solomon reforça West Ham de Nuno Espírito Santo

O West Ham anunciou Manor Solomon como reforço. O internacional israelita deixou o Tottenham depois de três empréstimos.

Internacional portuguesa assina pelo Deportivo de A Coruña por 50 mil euros

Inês Pereira troca o Everton pelo Deportivo de A Coruña com um contrato válido até 2029. O negócio rendeu 50 mil euros para as inglesas.