A CRÓNICA: AD VALONGO NÃO DEIXOU DRAGÕES CONFORTÁVEIS

O FC Porto conseguiu manter a série vitoriosa desta feita à custa do AD Valongo por 6-3. No entanto, o adversário vendeu muito cara a derrota.

A primeira parte foi bastante equilibrada, com lances para ambos aos lados. O Valongo não mostrou medo em assumir o jogo, chegando em vários momentos a ter oportunidades para marcar.

Quem acabou por marcar foram os dragões. O FC Porto aproveitou duas perdas de bola para fazer dois golos. Diogo Abreu não dominou bem o esférico e Reinaldo Garcia, atento, roubar a bola e seguiu da linha divisória até à área do Valongo para fazer o primeiro da partida. Já a 10´ do intervalo, Ruben Pereira perdeu a bola no ataque e os visitantes iniciaram uma transição rápida com Di Benedetto a alargar a vantagem.

O maior mérito do AD Valongo foi não deixar a vantagem do FC Porto confortável. O mesmo Ruben Pereira acabou por fazer um grande golo, quase ângulo de remate, do lado esquerdo da área.

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Na segunda parte, manteve o equilíbrio com o Porto a conseguir alargar a vantagem por Gonçalo Alves e o Valongo a reduzir para a margem mínima por Nuno Araújo, num bom movimento de Guilherme Silva a tirar Cocco do caminho e assistir o colega. A equipa da casa podia ter empatado de livre direto, mas desperdiçou o lance.

Aos 14 minutos do fim, os dragões conseguiram finalmente alcançar uma vantagem confortável. Cocco assistido por Mena e Di Benedetto de livre direto alargaram para três golos de diferença.

A partir daí e até ao fim da partida, o FC Porto geriu o resultado, com mais um golo marcado para cada lado.

A FIGURA

Di Benedetto – O goleador francês esteve letal no ataque. De livre direto ou de bola corrida em transição rápida, o jogador do FC Porto fez o que se pede a um finalizador e foi, por isso, decisivo na vitória com um hat-trick apontado.

O FORA DE JOGO

Diogo Abreu – Fez um erro grave que permitiu o Porto ficar em vantagem e não a alargar mais. Mau domínio da bola e muita displicência em deixar-se antecipar por Reinaldo Garcia, num lance que borrou a pintura da sua atuação.

ANÁLISE TÁTICA – FC PORTO

Com um ataque que rodava pelos quatro jogadores em campo, o FC Porto tentou apostar no controlo da posse de bola para chegar ao golo. Com um jogo assente na troca incessante de passes entre jogadores, tentaram ferir o adversário através de várias combinações, com várias transições rápidas para o ataque. No segundo tempo, aumentaram a pressão sobre o portador da bola.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Xavi Málian (7)

Rafa (6)

Reinaldo Garcia (8)

Xavi Barroso (6)

Gonçalo Alves (7)

SUPLENTES UTILIZADOS

Tiago Rodrigues(-)

 Mena (7)

Giulio Cocco (6)

Poka (6)

Di Benedetto (8)

 

ANÁLISE TÁTICA – AD VALONGO

O Valongo veio jogar de igual para igual com o FC Porto. A pressão forte sobre o portador da bola foi um dos pontos fortes na defesa e que permitiu ter mais posse e estar mais próximo da baliza adversária. Guilherme Silva foi o elemento que mais tentava desequilibrar, mas por norma, a troca de bola era a forma de chegar às zonas de finalização, ao invés do 1×1.

CINCO INICIAL E PONTUAÇÕES

Ricardo Silva (7)

Nuno Araújo (7)

Carlos Ramos (6)

Diogo Abreu (5)

Rafael Bessa (6)

SUBS UTILIZADOS

Bernardo Mendes (-)

Nuno Santos (6)

Diogo Barata (6)

Guilherme Silva (7)

Ruben Pereira (6)

Foto de Capa: FC Porto Sports

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