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21 de Janeiro, 2022

Anulação de golo limpo entrega título ao FC Porto

Ainda antes do intervalo, já com menos de cinco minutos para se jogar, a reentrada de Nicolia veio revitalizar os encarnados, que a partir do seu stick, tiveram várias oportunidades para marcar, mas não sem conseguir concretizar. Num lance de transição rápida, à entrada para o último minuto, Poka esteve perto de fazer o 3-1, mas Traball fechou-lhe a porta.

Chegado o intervalo, o Sporting vencia e muito bem por 2-1, tendo em conta tudo aquilo que os leões fizeram na primeira parte. Os últimos minutos da primeira parte mostraram um Benfica em crescendo, algo que poderia ser o sinal de que poderia vir a ocorrer nos segundos vinte e cinco minutos.

O retomar demonstrou o bom ritmo dos dois conjuntos, com ambos a terem oportunidades para marcar e tal como ocorrera na primeira metade, foi o Sporting a marcar. Aos quatro minutos, Pedro Gil tenta uma iniciativa individual que termina com uma seticada ao lado, mas João Pinto aproveitou o ressalto da bola vinda da tabela para fazer o 3-1. Volvido um minuto, o conjunto benfiquista teve oportunidade de voltar a colocar a desvantagem na margem mínima, em virtude da 10ª falta do Sporting, mas Jordi Adroher não conseguiu bater Girão.

Apesar do enorme calor que se fazia sentir do pavilhão, o ritmo continuava alto e parecia ir aumentado à medida que os minutos passavam. O Benfica sentia o tricampeonato a fugir-lhe, visto que, o Porto esteve quase sempre na frente do marcador contra o Riba d’Ave, e passava a procurar assumir um maior índice de risco.

Os dois números nove de leões e águias foram dos mais importantes jogadores do campeonato Fonte: SL Benfica
Os dois números nove de leões e águias foram dos mais importantes jogadores do campeonato
Fonte: SL Benfica

O tempo passava e o Benfica ia carregando e Girão brilhando, em lances de contra-ataque o Sporting ia criando muito perigo, mas sem aumentar o score.

A doze minutos do final, Traball parou um livre-direto de Pedro Gil, resultante da 10ª falta benfiquista, mas pouco depois, Sergi Miras entrou pela defensiva adversária e com uma “picadinha” aumentou para 4-1. A resposta surgiu passado um minuto. Penalti a favor do Benfica, por corte com o patim da parte de André Centeno e Diogo Rafael não desperdiçou. 4-2 no marcador e dez minutos para se jogar. As águias, em virtude do golo, voltaram a acreditar e começou a carregar ainda mais. Por seu lado, os sportinguistas respondiam no contra-ataque, mas não conseguia usufruir das várias situações de superioridade numérica.

Por volta dos últimos seis minutos, o Sporting começou a tentar alargar os seus períodos de posse de bola ao máximo e assim, controlar o jogo e manter o esférico longe da sua baliza. Através de um lance de contra-ataque, depois de várias chances, Tuco assistiu João Pinto e o capitão dos leões voltou a marcar. Pouco depois, João Rodrigues reduziu para 5-3, na sequencia de um livre-indireto.