Cabeçalho modalidadesEsta tarde, FC Porto e SC Tomar enfrentaram-se para a discussão da Supertaça António Livramento, jogo que dá a stickada de partida à nova temporada, e tal como na final da Taça, os dragões levaram a melhor e venceram a equipa da cidade templária por 7-3, aumentado o número de conquista de supertaças para vinte e uma.

Foram os dragões a entrar melhor e logo aos dois minutos e meio o primeiro esteve perto, mas Diogo Alves evitou o golo de Gonçalo Alves. Pouco depois, um erro na saída para o ataque quase deu no 1-0, mas Diogo parou uma sticada de Jorge Silva. No entanto, praticamente na jogada seguinte, a defesa do Tomar foi lenta a reagir e Jorge Silva abriu o ativo.

O Porto estava melhor e após alguns avisos, conseguiu abrir o ativo. Defensivamente o registo positivo mantinha-se, com os comandados de Guillem Cabestany a dificultarem imenso a saída de bola para o ataque e não dando espaços ao Tomar.
Sem estranhar, o Porto tinha muito tempo de posse de bola e aos dez minutos, após uma boa circulação do esférico, Hélder Nunes, com uma “picadinha” fez o segundo. A superioridade dos dragões era clara e se o resultado não era mais dilatado, o Tomar muito tinha que agradecer ao seu guarda-redes. Exemplo disso, foi uma recuperação de bola de Reinaldo Garcia, que não resultou no golo do argentino devido a duas boas intervenções do jovem guardião.

Hélder Nunes esteve em grande ao apontar três golos Fonte: FC Porto
Hélder Nunes esteve em grande ao apontar três golos
Fonte: FC Porto

Numa transição ofensiva do Porto, depois de um lance onde o Tomar esteve perto de ter uma grande oportunidade para reduzir o marcador, João Lomba cortou a bola com o braço e evitou o golo de Rafa, o que correspondeu a uma grande penalidade. Penalti essa que foi concretizada por Gonçalo Alves com uma seticada rasteira junto ao poste direito. A cinco minutos do intervalo, lance bem trabalhado pelo Porto e Hélder Nunes, que ainda contou com uma ajuda de João Sardo a fazer um ligeiro desvio na bola, apontou o 4-0. Contudo, passados poucos segundos, Paulo Passos, com uma picadinha ao segundo poste e alguma sorte à mistura, reduziu para 4-1.

Concluída a primeira parte, o Porto, que esteve bem a atacar e ainda melhor a defender, vencia por 4-1. Resultado que não merecia qualquer tipo de contestação, visto que, o pouco que o Tomar tinha conseguido fazer, mal deu trabalho a Carles Grau, que acabou por sofrer um golo num lance de sorte.

Anúncio Publicitário