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Sonho do Olimpo #7: Duas medalhas voaram de Pequim e aterraram em Lisboa

20 ANOS DEPOIS… O REGRESSO A TERRITÓRIO ASIÁTICO

No dia 8 de agosto de 2008, a chama olímpica ardeu com mais intensidade na cidade de Pequim. A 29.ª edição dos Jogos Olímpicos marcou o regresso da competição a solo do continente asiático, depois de Seul, em 1988. Passados 20 anos, foi a China a estrear-se na receção a um evento desta magnitude.

O processo começou em 2001, quando a cidade chinesa venceu a votação para receber a olimpíada. Atrás, ficaram as cidades de Toronto, Paris, Istambul e Osaka. A partir desse momento, criaram-se as infraestruturas necessárias e foram gastos cerca de 42 bilhões de dólares, na esperança de serem considerados os maiores e melhores Jogos Olímpicos da história.

Em Pequim, nasceram heróis de uma geração. Usain Bolt e Michael Phelps dominaram no atletismo e natação, respetivamente, entrando para os livros com recordes de décadas a serem pulverizados em segundos. No futebol, Lionel Messi e a Argentina conquistaram o mundo com a medalha de ouro.

No final das contas, a China foi a comitiva com mais medalhas de ouro, 51 no total. Apesar de contar com mais medalhas (110 no total), os Estados Unidos da América terminaram no segundo lugar da tabela – com 36 ouros. A fechar o pódio, ficou a Rússia, com 23 medalhas de ouro e 72 no total.

Foi uma das melhores edições, não só pela ação das pistas e estádios, mas também pela envolvência. Apesar de algumas polémicas à mistura devido aos problemas de direitos humanos na China, a boa organização fez “esquecer”, por alguns momentos, o que se passava do lado de fora.

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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