Seahawks, Buccaneers, Eagles, Patriots e Cowboys. Estas foram as cinco equipas onde Michael Bennett jogou e espalhou um pouco do seu talento pela NFL. Aos 34 anos, chegou a hora de pendurar as chuteiras e arrumar as luvas, numa carreira que, apesar das polémicas, foi cheia de sucessos.

Apesar de ter terminado como um jogador respeitado, o caminho para chegar à liga milionária começou sinuoso. No Draft de 2009, o Defensive End não foi escolhido por nenhum franchise, mas foi, logo de seguida, repescado pelos Seattle Seahawks. No entanto, a estadia durou pouco tempo, e surgiu a oportunidade de jogar em Tampa Bay.

Nos Buccaneers, o agora ex-jogador ganhou espaço e começou a ser titular. Em 2013, quando se tornou um jogador livre, surgiu a oportunidade de voltar à costa oeste, e novamente para os Seahawks. Na segunda estadia na equipa do estado de Washington, fez parte da conquista do primeiro Super Bowl dos Hawks, logo no ano em que chegou.

Além do título, Michael Bennett participou por três vezes no Pro-Bowl (jogo das estrelas da NFL), levando para casa o prémio de MVP defensivo em 2015. Depois dos anos mais bem sucedidos da vida profissional, o atleta jogou em três equipas em apenas dois anos, onde começou a jogar com menos regularidade.

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A última estadia numa formação da NFL foi em Dallas. Pelos Cowboys, ainda realizou nove jogos, mas acabou por não assinar um prolongamento do contrato. Ainda antes do começo da nova temporada, o defesa colocou um ponto final a uma carreira que lhe pode valer um lugar no Hall Of Fame da competição.

No final de contas, foram 156 jogos, 69,5 sacks e 359 tackles de um jogador que ficou marcado no coração dos adeptos, principalmente dos Seattle Seahawks. Não sai pela porta grande, mas vai continuar dentro do mundo NFL, com o propósito de tentar combater a desigualdade racial.

Foto de capa: Seattle Seahawks

Artigo revisto por Joana Mendes

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