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Domingo, 4 de Fevereiro, cinco amigos juntam-se para ver o superbowl 52. No grupo, quatro são repetentes do ano passado, com dois fanáticos dos Patriots, um adepto dos Giants que gosta de picar os amigos, um que está a ver o seu primeiro superbowl e outro que, sendo adepto dos Patriots, tem um artigo para escrever no dia seguinte.

21:00 – Chegamos ao restaurante previsto, temos mantido a tradição nos últimos anos mas desta vez, os preços são demasiado altos e está tudo lotado. Tentamos ligar para outro sports bar mas sem sucesso. Pelos vistos este superbowl vai ter muitos olhos a vê-lo em Portugal. Finalmente alguém se lembra de outro local que pode ser interessante. Ligamos, “Desculpe vão passar futebol americano? O quê o superbowl?” – respondem do outro lado, toda a gente está pronta para o superbowl – “sim, isso mesmo. Estão abertos até que horas? Até o jogo acabar” – Fantástico! Seguimos caminho, morre uma tradição, nasce uma tradição nova.

21:30 – Não há nachos, não há guacamole. Há bifanas e há rissóis. Há cinco pessoas satisfeitas com a decisão.

22:30 – Começam a chegar mais pessoas, por momentos pensámos que só nós íamos ver o superbowl, enganámo-nos redondamente. Começam as apostas quem vai ganhar, qual o resultado final, qual a estratégia a utilizar.

23:00 – Começa a transmissão do jogo, Pink canta o hino americano. Por algum motivo neste cenário o hino americano parece sempre mais épico. Já está tudo entusiasmado para começar o jogo.

23:25 – Moeda ao ar ganham os Patriots, escolhem caras (escolhe-se sempre caras) e decidem chutar para o adversário. A ideia é receberem a bola no início da segunda parte.

23:30 – Kickoff!!

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