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22 de Janeiro, 2022

Respirou-se Padel em Lisboa

Cabeçalho modalidadesNa semana que passou, Lisboa, e em específico o Clube VII, respirou Padel e World Padel Tour. O recinto recebeu o Lisboa Challenger, pelo segundo ano consecutivo, e muitos adeptos da modalidade.

Foram muitos os dias (e noites) de emoção, dentro e fora dos campos, num evento de categoria Challenger, que funcionou como aquecimento para o Masters de Lisboa, a decorrer entre os dias 18 e 24 de setembro de 2017.

O torneio lisboeta acolheu apenas a vertente masculina e entregou o prémio de vencedores, no Domingo, com casa relativamente cheia, aos argentinos Luciano Capra (21º) e Gonzalo Díaz (24º), que derrotaram, na grande final, a experiente dupla Sebastián Nerone (29º) e Alex Ruíz (25º), em parciais 6/4 6/4, em cerca de 1h20 de encontro, confirmando o estatuto de primeiros cabeças de série.

A final do torneio Fonte: Lisboa Challenger
A final do torneio
Fonte: Lisboa Challenger

A Federação Portuguesa de Padel, agora organismo autónomo, mostrou que é capaz de gerir a organização dos eventos da modalidade de forma independente, embora haja ainda, na minha opinião, muito a trabalhar nesta organização.

A participação portuguesa resumiu-se aos esperados Vasco Pascoal/Miguel Oliveira e Diogo Rocha, no quadro principal, tendo os restantes atletas ficado pelas rondas prévias. Vasco Pascoal e Miguel Oliveira, entraram como dupla, e parecem funcionar bastante bem em conjunto. No entanto, a estratégia de ambos foi mais visível no inicio do encontro, sendo que, com o desenrolar da partida, a dupla não se conseguiu impor e ficou para trás, na primeira ronda.

Diogo Rocha passou a primeira ronda, renovou as esperanças portuguesas, com um encontro de grande qualidade. No entanto, a segunda ronda foi fatal para o português, que terminou a sua participação no torneio.

Há bastante qualidade nos atletas portugueses de Padel, tem que haver maior maturidade a nível mental, que acompanhe a garra e a capacidade física e técnica que têm. No geral, considero importante para os nossos atletas, jogarem em casa, com portugueses, amigos e família nas bancadas, a dar força ao Padel português, sendo que é essencial para o reconhecimento internacional que os torneios organizados por cá sejam de qualidade e corram da melhor forma possível.

Foto de Capa: Lisboa Challenger