O tufão Hagibis irá atingir o Japão no próximo fim de semana, com intensidade ciclónica máxima, ou seja, de categoria 5, este é considerado um dos tufões mais perigosos a chegar ao Oceano Pacífico. O tufão poderá provocar vento até aos 160km/h e chuvas torrenciais. A cidade de Tóquio vai ser um dos principais alvos no sábado, segundo o meteorologista Simon King. Este acrescenta ainda que se vai notar o enfraquecimento do tufão à medida que o mesmo se vai deslocando para norte.

Num comunicado, a World Rugby confirmou o cancelamento de dois jogos que se iriam realizar no sábado, alegando a falta de condições meteorológicas e a elevada periculosidade que o tufão poderia trazer a todos os envolvidos nos mesmos. Os adeptos serão reembolsados no que toca à compra de bilhetes.

O Inglaterra – França, que seria disputado em Yokohama, e o Nova Zelândia – Itália, que estava marcado para as 13:45h (hora local) na cidade de Toyota, ficou assim sem efeito.

As contas do grupo B ficam assim decididas com a Nova Zelândia em primeiro lugar e a África do Sul confirmando-se como segunda classificada. Já a Itália, para passar à fase seguinte, teria de vencer os All Blacks com ponto bónus ofensivo, algo que os italianos nunca conseguiram.

No grupo C o cenário é diferente. O duelo entre ingleses e franceses ditaria o primeiro classificado do grupo. Não se realizando o jogo e com a confirmação do resultado (0-0 em todos os jogos não disputados, ou seja, cada equipa assegura dois pontos), a Inglaterra vence o grupo, ficando a França em segundo lugar.

Duelo entre ingleses e franceses era um dos mais esperados da competição
Fonte: England Rugby

Em causa está também a realização dos restantes jogos da última jornada da fase de grupos, sendo estes, Austrália – Geórgia, Irlanda – Samoa, Namíbia – Canadá, Estados Unidos – Tonga, País de Gales – Uruguay e Japão – Escócia.

De acrescentar ainda que em causa também está a realização do Grande Prémio de Fórmula 1, marcado para domingo, na cidade de Suzuka.

Foto de Capa: Rugby World Cup

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

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