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Surf

Tóquio 2020, Surf #1: Portuguesas a bom nível na crista da onda

TERESA BONVALOT E YOLANDA HOPKINS ESTÃO NOS “OITAVOS” 

A praia de Tsurigasaki, na província de Chiba, no Japão, foi o local escolhido para a estreia do Surf como modalidade Olímpica. É verdade que não estiveram reunidas as melhores condições para a prática do desporto, mas, mesmo assim, assistimos a um bom espetáculo. A ajuda dos praticantes do mais alto nível ajudou a que as ondas se tornassem boas.

Na prova feminina, Teresa Bonvalot tornou-se a primeira mulher a surfar uma onda nos Jogos Olímpicos. Depois de retirar o “peso dos ombros”, a portuguesa não desiludiu e qualificou-se diretamente para a terceira ronda, oitavos de final, do torneio. A pontuação de 9.80 pontos foi suficiente e terminou em segundo lugar, apenas atrás da tetracampeã mundial, Carissa Moore.

Para Yolanda Hopkins, a tarefa revelou-se mais complicada. Após terminar a eliminatória em que estava inserida no quarto lugar, teve de passar pelas repescagens para garantir o lugar no resto da prova. Aí, as pernas não tremeram e a surfista portuguesa brilhou, arrecadando 12.23 pontos, mais do que suficiente para passar aos “oitavos”, juntamente com Teresa Bonvalot.

Na terceira ronda, marcada para a madrugada de 25 para 26 de julho, Yolanda Hopkins vai entrar primeiro nas ondas para defrontar a francesa Johanne Defay. Poucas horas depois, é a vez de Teresa Bonvalot, que tem encontro marcado frente à brasileira Silvana Lima.

No quadro masculino, Portugal ficou desfalcado pela ausência de Frederico Morais. Contudo, a prova continuou e, sem surpresas, os brasileiros Gabriel Medina e Ítalo Ferreira e o japonês Kanoa Igarashi foram os melhores da primeira ronda. Pela negativa, o destaque foi para John John Florence, que teve de recorrer às repescagens para rumar à terceira ronda.

Foto de Capa: World Surf League

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

A Clara percebeu que gostava muito de Desporto quando a família lhe dizia que estava há muito tempo no sofá a ver Curling. Para isso não se tornar uma prática sedentária, pegava na caneta e escrevia sobre o que via. Nunca teve a fase de querer ser médica ou bombeira, o jornalismo foi sempre a sua profissão de sonho e agora trabalha para conseguir tornar esse objetivo uma realidade.                                                                                                                                                 A Clara escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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