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A desvalorização dos torneios na relva | Ténis

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A época menos valorizada para os fãs da modalidade. A relva é sinónimo de alegria no futebol e em outras modalidades, mas não é assim tanto para vários fãs do Ténis.

Numa altura em que o Wimbledon, o torneio mais prestigiante realizado na relva, está a ser muito criticado, devido à exclusão dos tenistas russos e bielorussos e por não haver pontos em disputa para o ranking. Todavia, esses jogadores vão poder disputar o US Open, o último Grand Slam do ano.

Mas a desvalorização não começou aqui. Desde o ATP 250 até aos Grand Slams, apenas há oito torneios realizados na relva: Estugarda, ‘s-Hertogenbosch, Maiorca, Newport e Eastbourne (250); Halle e Queen’s (500); e Wimbledon (Grand Slam). Não há qualquer torneio realizado na relva na categoria ATP 1000!

Por ser um piso totalmente diferente aos restantes, é muito complicado ter torneios na relva. Porém, a ATP podia realizar mais torneios na relva. Muitos tenistas decidem desistir da época na relva para se fixarem na terra batida e/ou no piso duro.

Há uns anos, Roger Federer dominava o Wimbledon e agora não participa desde 2019 – onde chegou à final e quase ganhou o que seria seu 21.º Grand Slam e o 9.º no maior torneio britânico – devido às lesões. Em 2022, alguns membros do top 10 não vão jogar em Wimbledon: Daniil Medvedev, Andrey Rublev, Alexander Zverev e Rafael Nadal (possivelmente).

Na semana passada, houve uma grande surpresa. Tim Van Rijthoven, um jogador que nunca tinha conquistado qualquer vitória num torneio ATP, conquistou o ATP s’Hertogenbosch após ter derrotado jogadores como Taylor Fritz, Félix Auger-Aliassime e Daniil Medvedev, que tornou-se novamente o número um mundial esta segunda-feira.

O Filipe saiu da Ilha de São Miguel, nos Açores, para tirar a Licenciatura de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social. Desde criança que é adepto de Futebol, tendo já sido árbitro. Para além do "desporto-rei", o Filipe também é apaixonado por Basquetebol e não falha no acompanhamento de Wrestling.

O Filipe saiu da Ilha de São Miguel, nos Açores, para tirar a Licenciatura de Jornalismo na Escola Superior de Comunicação Social. Desde criança que é adepto de Futebol, tendo já sido árbitro. Para além do "desporto-rei", o Filipe também é apaixonado por Basquetebol e não falha no acompanhamento de Wrestling.

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