Principais destaques da primeira semana de Wimbledon | Ténis

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Wimbledon é o torneio com maior tradição do circuito e o Centre Court é um dos principais palcos do ténis mundial. A época de relva já é habitualmente a mais curta de todas as superfícies, mas este ano foi especialmente curta e, por isso, Roland Garros e Wimbledon tiveram um intervalo de duas semanas – o que significa que os jogadores tiveram duas semanas para fazerem a transição de terra batida para relva, que são as duas superfícies mais diferentes entre si.

Depois de um Australian Open em que Portugal esteve muito perto de ter três jogadores no Quadro Principal (QP), não fosse João Sousa ter testado positivo para a Covid-19, desta vez voltámos a estar muito próximo de ver três portugueses no QP de um torneio do Grand Slam, pela primeira vez.

João e Pedro Sousa apuraram-se diretamente e Frederico Silva só foi eliminado na última ronda do Qualifying.

Apesar de até nem terem tido um sorteio muito desfavorável, João Sousa e Pedro Sousa caíram logo na primeira ronda frente a Andreas Seppi e Lorenzo Sonego, respetivamente, numa cimeira Portugal – Itália.

João Sousa exibiu-se a um bom nível, como tem sido raro vê-lo nos últimos tempos, mas essa prestação apenas lhe valeu a vitória num parcial.

Já Pedro Sousa tinha a tarefa mais complicada e acabou por perder em parciais diretos frente a um jovem jogador com legítimas aspirações de chegar à segunda semana do torneio, já que o serviço, em relva, reveste-se de uma especial importância e Sonego tem-no como uma boa arma do seu arsenal.

No resto do quadro, há que destacar Novak Djokovic. O sérvio partia como claro favorito à conquista do torneio e, até agora, tem-se exibido a um nível extraordinário, vincando cada vez mais esse estatuto de principal candidato.

O seu serviço tem estado particularmente assertivo, algo fundamental em relva, como referido anteriormente.

Ainda perdeu o primeiro set da primeira ronda frente a Jack Draper, um inglês que recebeu um wild-card e cujo futuro parece estar reservado para os grandes palcos, mas, depois de perder essa primeira partida, Djokovic arrancou para uma exibição perfeita e carimbou passagem à segunda ronda.

José Maria Reis
José Maria Reishttp://www.bolanarede.pt
O Zé Maria é neste momento estudante daquele que ele espera ser o último ano de Economia no ISCTE. Desde muito cedo que começou a praticar vários desportos exceto, ao contrário da regra geral, futebol porque chamar pé esquerdo ao seu pé direito é um elogio. Mais tarde percebeu que era com uma raquete de ténis na mão que mais gostava de passar o tempo e foi aí que começou a crescer a grande paixão que tem pelo ténis. Vê e acompanha muito desporto, mas o ténis e o futebol, sobretudo o seu Sporting, são a sua perdição.                                                                                                                                                 O José escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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