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Rafael Nadal, o primeiro a chegar ao topo dos Grand Slams

E está feito. Mais um pedaço de História se preenche no mundo amplo que é o do Ténis. No dia 30 de janeiro de 2022, Rafael Nadal acerba-se como o primeiro a quebrar o recorde de vitórias em Grand Slams, a categoria de torneio mais alta do calendário de Ténis.

Lembre-se que, tanto Rafael Nadal, como Roger Federer, e como Novak Djokovic, eram detentores de 20 vitórias em Grand Slams (Australian Open, Roland Garros, Wimbledon e US Open). Assim, foi o tenista espanhol o primeiro a conseguir o feito, numa reviravolta espetacular na final da edição de 2022 do Australian Open.

A edição deste ano foi, no início, muito marcada pela não participação do «Rei da Austrália», Novak Djokovic. Porém, é de destacar, então, o percurso dos finalistas, Rafael Nadal, e Daniil Medvedev, naquela que poderá ser considerada, no balanço final do ano, como uma das finais mais entusiasmantes da temporada.

Marque-se o percurso de Rafael Nadal como uma trajetória bastante desafiante. Marcos Giron, Yannick Hanfmann, Karen Khachanov, Adrian Mannarino, Denis Shapovalov, e, por fim, Matteo Berrettini, foram os principais alvos do tenista espanhol até à derradeira final, onde defrontaria, então, Daniil Medvedev.

Já na onda de Medvedev, «afundaram-se» tenistas como Laaksonen, Kyrgios, Van de Zandschulp, Cressy; uma das surpresas do torneio, Felix Auger-Alliassime, e, na meia-final, a vitória sobre Stefanos Tsitsipas.

Descrito o percurso dos finalistas, a final parecia estar a ser favorável para Daniil Medvedev. O russo entrou bem na partida, onde concretiza os dois primeiros sets em parciais de 6-2 e 7-6 a seu favor. Porém, seria a meio do terceiro set que as coisas começaram a descambar. Rafael Nadal acorda o «touro» e vence os dois sets seguintes, em parciais de 6-4 e 6-4 a seu favor.

Como qualquer boa final de um Grand Slam, seria de esperar que se chegasse ao quinto set, o set das decisões. E assim foi, mas não se pense que foi fácil. Ambos se mostraram empenhados a conseguir o título, mas o último parcial seria em prol de Rafael Nadal, sendo o último a conseguir o break point e vencendo a partida.

Concluindo, foi mais uma edição do Australian Open, onde houve muita polémica, mas também houve muito bom ténis à mistura.

Rafael Nadal, para além de fazer História, fê-la de uma forma impressionante. A reviravolta do espanhol é apenas uma das provas de que se pode juntar à pequena elite dos melhores tenistas do mundo. E ainda está aí, para provar muito mais.

Foto de Capa: Aus Open

Natural de Monção, a Angelina é Licenciada em Relações Internacionais e, atualmente, estudante do Mestrado em Economia Social pela Universidade do Minho. Vê o desporto como um dos bons lados da vida, que forma uma boa parceria com a escrita e o jornalismo. O seu interesse pelo desporto surgiu cedo, tendo como principal área de interesse o Futebol, o Ténis e a Fórmula 1.

Natural de Monção, a Angelina é Licenciada em Relações Internacionais e, atualmente, estudante do Mestrado em Economia Social pela Universidade do Minho. Vê o desporto como um dos bons lados da vida, que forma uma boa parceria com a escrita e o jornalismo. O seu interesse pelo desporto surgiu cedo, tendo como principal área de interesse o Futebol, o Ténis e a Fórmula 1.

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