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Wimbledon | Não há pontos para o ranking, mas a emoção está garantida

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Depois de muito se ter falado, principalmente e infelizmente por questões extra ténis, eis que finalmente chegamos àquela altura do ano em que os amantes de ténis sob relva, como eu, se sentem no seu habitat natural. A partir da próxima segunda-feira, 27 de junho e até 11 de julho realizar-se-á o terceiro Grand Slam da temporada.

A 135.ª edição do torneio britânico, que pelos motivos já conhecidos, se vê privada de tenistas russos e bielorussos, assim como de Alexander Zverev, Gael Monfis e Sebastian Korda – ausentes devido a lesão -, garante, contudo, uma quinzena onde a emoção, o ténis de alto nível e a competitividade prometem estar nos píncaros!

CONQUISTADOR TENTA REPETIR ODISSEIA DE 2019!

Depois de Nuno Borges, Gastão Elias, Frederico Silva e Pedro Sousa terem tentado via fase de qualificação aceder ao quadro principal, sendo que o maiato seria afastado no encontro que lhe daria essa estreia em Wimbledon, a verdade é que a representação lusa no que à melhor grelha de participantes diz respeito estará mesmo entregue apenas ao vimaranense e melhor tenista nacional de todos os tempos, João Sousa.

Ele que abrirá o torneio encontrando um antigo semifinalista no certame onde os morangos com natas  são uma velha tradição, no caso o gaulês Richard Gasquet, quem, diga-se venceu, nos quartos de final do ATP 250 de Genebra disputado no mês transato sob pó de tijolo.

Após defrontar o atual 69.º da hierarquia, e caso triunfe, o 59.º ATP poderá enfrentar o croata Marín Cilic, que derrotou na inesquecível participação à qual aludi. Depois poderá encontrar o neerlandês Botic Van de Zandschulp, com Nadal a poder ser novamente o obstáculo nos oitavos, algo que aconteceu na referida ocasião.

Se é alguém que acredita em coincidências, porque não sonhar com a repetição de tal duelo, visto o quadro do “conquistador” ser em tudo idêntico!

“DJOKO” FRENTE A CARLITOS, UMA POSSIBILIDADE NOS QUARTOS!

Seria após o sorteio da última sexta-feira que começariam a ganhar forma alguns grandes encontros, assim como ficou a conhecer-se os emparelhamentos e distribuição dos cabeças-de-série no quadro. Assim sendo, e salvo melhor opinião, quem acaba por ver um eventual percurso mais facilitado até aos encontros decisivos, é o finalista vencido: Mateo Berrettini. O transalpino, se a lógica imperar, verá as dificuldades surgirem somente a partir dos quartos-de-final, pois apenas aí poderá defrontar um atleta do Top 20.

Já o detentor em título Novack Djokovic e, não obstante ter igualmente um trajeto bem pacífico até à segunda semana, conta com o novo talento do ténis mundial, o espanhol Carlos Alcaraz, pela frente nos quartos.

Isto embora o murciano sob relva seja uma verdadeira incógnita, visto não ter efetuado qualquer prova preparatória para Wimbledon em termos oficiais. De salientar ainda que Berrettini, Tsitsipas e Nadal ficaram na mesma metade do quadro, enquanto Hurkacz  se encontra no lado de Djokovic e Alcaraz.

MAIORES FAVORITOS AO TÍTULO

Na minha opinião, e também tendo em conta as prestações em relva nesta mini-temporada, coloco: Djokovic, Berrettini, Hurkacz e Nadal, por esta ordem na primeira linha de candidatos ao trono. Numa segunda linha estarão Tsitsipas e Aliassime, enquanto Alcaraz e Ruud são um verdadeiro mistério!

Ainda sublinhar a presença tripla de patrícios em pares: Francisco Cabral e Nuno Borges farão a estreia em provas do Grand Slam em conjunto, ao passo que João Sousa unirá esforços com o australiano e especialista de relva, Jordan Thompson.

Já nas senhoras e numa série incrível de mais de três dezenas e meia de vitórias, obviamente que a vencedora de Roland Garros, Iga Swiatek parte em clara vantagem face às oponentes. No entanto, muita atenção à brasileira Bia Haddad Maia, pois a 27.ª WTA, melhor ranking de carreira, vem de uma série vitoriosa de treze duelos, tendo conquistado dois títulos em relva pelo meio. Nomes como: Petra Kvitová, vencedora por duas vezes do evento, Karolína Plisková, Simona Halep, Paula Badosa e Ons Jabeur serão outros nomes a seguir com muita atenção.

Destaque ainda para o regresso de Serena Williams, após mais de um ano de ausência, a convite da organização. Quem também marcou já presença no mítico torneio britânico é o Bola na Rede, pois, já sabe que não permitiremos que falhe qualquer serviço desta emblemática competição.

Até lá já sabe, fique bem, sempre na melhor companhia: a do Bola na Rede.

O Diogo é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Lusófona do Porto. É desde cedo que descobre a sua vocação para opinar e relatar tudo o que se relaciona com o mundo do desporto. Foram muitas horas a ouvir as emissões desportivas na rádio e serões em família a comentar os últimos acontecimentos/eventos desportivos. Sonha poder um dia realizar comentário desportivo e ser uma lufada de ar fresco no jornalismo. Proatividade, curiosidade e espírito crítico são caraterísticas que o definem pessoal e profissionalmente.

O Diogo é licenciado em Ciências da Comunicação pela Universidade Lusófona do Porto. É desde cedo que descobre a sua vocação para opinar e relatar tudo o que se relaciona com o mundo do desporto. Foram muitas horas a ouvir as emissões desportivas na rádio e serões em família a comentar os últimos acontecimentos/eventos desportivos. Sonha poder um dia realizar comentário desportivo e ser uma lufada de ar fresco no jornalismo. Proatividade, curiosidade e espírito crítico são caraterísticas que o definem pessoal e profissionalmente.

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