Contratado aos chineses do Shenzhen FC – por empréstimo, até ao final do ano civil de 2020-, Dyego Sousa regressa ao futebol português para representar o campeão nacional em título.

O avançado de 30 anos chega para colmatar a vaga deixada por Raúl de Tomás – o espanhol, que foi contratado no início da época ao Real Madrid por 20 milhões de euros, deixou os encarnados no mercado de janeiro para rumar ao RCD Espanyol, depois de não ter conseguido singrar ao serviço do emblema da Luz.

A chegada do ponta de lança luso-brasileiro vem acrescentar experiência ao plantel e o facto de já estar familiarizado com o futebol português é, também, um ponto positivo. De lembrar que o ponta de lança luso-brasileiro foi, na época transata, uma das principais figuras do Sporting Clube de Braga, na qual apontou 20 golos em 43 partidas oficiais pelos minhotos.

Dyego Sousa foi o quinto melhor marcador da passada edição da Primeira Liga, com 15 golos apontados
Fonte: Diogo Cardoso/Bola na Rede

Uma das lacunas que os pontas de lança das “águias” apresentam é o jogo aéreo, daí que a contratação de Dyego Sousa contribua para o preenchimento desse aspeto do jogo. De resto, na última jornada no Dragão, esse aspeto foi bem visível a partir do minuto 84, quando Bruno Lage decidiu apostar num futebol mais direto, chamando, para esse efeito, Dyego Sousa à partida. O internacional luso-português ainda ganhou alguns duelos aéreos, mas não foi o suficiente para resgatar pontos contra o FC Porto.

Dyego Sousa veio, portanto, dar maior dimensão física e aérea ao jogo dos encarnados, tornando a “águia” mais perigosa nas alturas.

Foto de capa: SL Benfica

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

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