À entrada para a época 2019/2020, o SL Benfica adquiriu um sistema inovador de luzes para o novo relvado do Estádio da Luz. Este sistema potencia o crescimento da relva, acelerando o processo da fotossíntese. Permite também que o relvado apresente a mesma qualidade durante todo o ano e uma maior utilização do mesmo, sendo que as luzes irão permitir suprir a falta de luz solar em algumas zonas do relvado.

No entanto, após um problema no sistema de rega, que levou a que o relvado não fosse regado durante dois dias seguidos, em junho de este ano, o Estádio da Luz prepara-se para receber um novo “tapete” – pela terceira vez em apenas cinco meses -, enquanto a Primeira Liga para devido a mais um compromisso de seleções.

Alvo de críticas por parte de Bruno Lage, o relvado tem causado vários problemas aos encarnados e até há quem aponte o dedo ao retângulo de jogo por algumas das lesões que têm assolado as “águias”.

O técnico admitiu que o terreno tem condicionado o jogo das “águias”
Fonte: SL Benfica

Após nove jogos realizados no reduto dos encarnados, foram notórias as condicionantes que o terreno impõe quer ao Benfica, quer aos seus adversários. O relvado não permite uma circulação de bola fluída, e o facto de estar “solto” – são vários os tufos de relva que marcam os jogos na Luz – dificulta e limita os movimentos dos jogadores, potenciando também o aparecimento de lesões.

Agora que o ciclo com este relvado chega ao fim, espera-se que o novo relvado seja condicente com o estatuto, e com as necessidades, que um clube como o Benfica tem.

Foto de capa: SL Benfica

 

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