Numa altura em que se dá as negociações por Cavani como terminadas, sem que ambas as partes tenham chegado a acordo, começam a surgir outros nomes para o ataque encarnado. Um desses nomes é, justamente, o de Joshua King.

O avançado norueguês, de 28 anos, é uma das figuras de proa do AFC Bournemouth, clube que foi despromovido ao segundo escalão do futebol inglês, pelo que a sua permanência nos cherries não é certa.

Joshua King passou pela cantera do Manchester United FC, mas nunca chegou à equipa principal. Após inúmeros empréstimos, foi no Blackburn Rovers FC onde começou a destacar-se, somando oito golos e dez assistências em 72 jogos, com a particularidade de ter jogado a maior parte dos jogos a extremo direito.

Após três épocas ao serviço dos Rovers, King deu o salto para os cherries que, na altura, tinham acabado de ser promovidos à Premier League. O avançado norueguês cedo se afirmou como uma das principais figuras do Bournemouth, tendo somado sete golos e quatro assistências na sua época de estreia no principal escalão inglês.

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A jogar numa posição central do ataque, onde é mais forte, King demonstra ser uma ameaça constante às redes adversárias, somando já 48 golos em 161 partidas no principal escalão. Dotado de uma capacidade física notável e de uma grande mobilidade, o norueguês apresenta, também, uma grande velocidade que, aliada à sua versatilidade e ao seu faro para golo, o torna num jogador completo no último terço do terreno.

A um ano de terminar contrato, o “assédio” ao internacional norueguês começa a aumentar. No mercado de transferências de inverno chegou a falar-se de que quatro clubes dos “big six” ingleses estariam interessados em contar com o serviço de King, tendo até sido efetuada uma proposta por parte do Manchester United, a rondar os 20 milhões de libras, mas a mesma foi recusada pelos cherries.

No entanto, houve uma pandemia e o emblema do sudoeste de Inglaterra desceu de divisão, pelo que deverá passar pela cabeça dos seus dirigentes vender alguns dos seus principais ativos, um dos quais sendo Joshua King que, sem dúvida alguma, está destinado a maiores voos.

Artigo revisto por Joana Mendes