Foi no dia 20 de maio de 2016 que Osvaldo Nicolás Fabián Gaitán realizou o seu último jogo de “águia” ao peito, na final da Taça da Liga frente ao CS Marítimo, no qual marcou o quarto golo dos encarnados, no triunfo por seis bolas a zero.

O argentino partiu, então, para o Atlético de Madrid por uma verba a rondar os 30 milhões de euros. No entanto, sob o comando de Diego Simeone, nunca chegou a afirmar-se nos colchoneros.

Seguiu-se uma breve passagem pelos chineses do Dalian Yifang, onde somou quatro golos e 11 assistências em 30 partidas oficiais. Gaitán encontra-se atualmente ao serviço do Chicago Fire FC, onde é uma das principais figuras da equipa norte-americana.

No entanto, o contrato acaba em dezembro e, apesar de existir a opção de prolongar o contrato por mais um ano, fontes americanas revelam que o astro argentino pretende regressar à Europa.

Nico Gaitán soma quatro golos e 11 assistências pelos norte-americanos na presente temporada
Fonte: Chicago United FC

Tudo indica que o seu futuro passará pela Premier League, em particular pelo Aston Villa ou pelo West Ham, que estarão na frente da corrida pelo passe do médio ofensivo. Todavia, os encarnados estarão atentos a um possível regresso do “camisola 10”.

Ao que tudo indica, o Benfica irá fazer uma limpeza do plantel no próximo mercado de inverno, sendo que a contratação de um extremo/médio ala passará pelos planos dos dirigentes encarnados.

Nico Gaitán é um jogador perfeitamente familiarizado com a realidade do futebol português, para além de ser um jogador de créditos firmados na História do Sport Lisboa e Benfica.

O argentino conta com 253 jogos oficiais de “águia” ao peito, 41 golos marcados e 88 assistências
Fonte: SL Benfica

Logo, o hipotético regresso de Gaitán viria trazer não só um acréscimo de qualidade às opções de Bruno Lage para a zona intermediária do terreno, como ajudaria a fortalecer o balneário dos encarnados. O argentino já conhece os cantos à casa, pelo que a sua vinda contribuiria para alicerçar a mística encarnada.

Foto de capa: SL Benfica

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão

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