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Numa época que foi histórica para a formação do Sport Lisboa e Benfica, com a tão desejada conquista da UEFA Youth League, esta foi mais uma temporada em que foram vários os jovens “made in Seixal” a destacarem-se e a ganhar notoriedade.
Neste artigo, irei fazer um onze com jogadores da formação do SL Benfica entre os juniores e a equipa B que se destacaram esta época de águia ao peito.
Guarda-Redes
André Gomes decidiu ser guarda-redes, mas há médios que lhe invejam o jogo de pés. Não vejo mais promissor na formação do Benfica. Ágil entre os postes e lesto a controlar a profundidade, para quem já se coça a pensar que “os guarda-redes têm é de saber jogar com as mãos” pic.twitter.com/oCMQT07GHg
— Sofia Oliveira (@SofiaOlive7ra) March 31, 2022
André Gomes – estreando-se na equipa de sub-23 com apenas 16 anos, André Nogueira Gomes mostrou ser um dos melhores projetos de guarda-redes do futebol português.
Não sendo um guarda-redes particularmente alto (1,86), demonstra uma grande presença entre os postes e é muito habilidoso a jogar com os pés, seja em passe curto ou longo.
Lateral Direito
✍ João Tomé assina contrato profissional até 2022. ➡ https://t.co/6nVGmngsGI#FormarAGanhar pic.twitter.com/jUTWV4B8t0
— SL Benfica (@SLBenfica) March 26, 2019
João Tomé – tendo feito todo o seu percurso formativo no SL Benfica, João Tomé começaria a jogar como extremo, mas seria adaptado a lateral-direito ao chegar à equipa de sub-23 sob a orientação técnica de Luís Castro.
Nessa posição, João Tomé demonstraria uma evolução notável ao longo desta época, demonstrando potencialidades para ser um lateral-moderno, um jogador com grande intensidade de jogo, qualidade técnica e disponibilidade física.
Defesa Central

Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede
Tomás Araújo – um dos jogadores que tem melhores condições para ser aposta na equipa principal num futuro breve. Capitão da equipa que conquistou a Youth League, Tomás Araújo apresenta uma visão de jogo muito apurada, sabendo construir tanto de forma curta como longa e demonstra um sentido posicional e uma capacidade de controlo de profundidade acima da média para a idade que tem.
Defesa Central

António Silva – depois de Morato e Tomás Araújo, António Silva é mais um defesa-central a começar a aparecer e a demonstrar um grande potencial, sendo opção na equipa de sub-23 desde a época passada, tendo-se já estreado pela equipa B. António Silva é um defesa-central fisicamente imponente, muito forte na marcação e no jogo aéreo.
Lateral Esquerdo

Sandro Cruz – Tendo regressado ao ativo na época passada depois de um longo calvário de lesões, Sandro Cruz foi dono e senhor da lateral esquerda na equipa B, realizando uma época bastante sólida, que viria a culminar com a estreia pela equipa principal na antepenúltima jornada da Primeira Liga.
Médio Defensivo
Nuno Félix, médio de 16 anos, assina contrato profissional com o Benfica. pic.twitter.com/8zPnhYZyiK
— Diário de Transferências (@DTransferencias) September 11, 2020
Nuno Félix – este médio defensivo foi dos jovens em maior ascensão no Seixal nesta época. Trata-se de um médio com grande capacidade na construção de jogo e demonstra também uma grande capacidade nos duelos e no jogo aéreo, do qual saiu o golo decisivo em Alverca que deixou a equipa de juniores a um passo do título. Também já se estreou pela equipa B.
Médio Centro

Fonte: Carlos Silva/ Bola na Rede
Martim Neto – um dos jogadores que mostrou maior evolução nesta temporada. Martim Neto demonstra uma disponibilidade física e uma maturidade táctica acima da média para a sua idade, demonstrando capacidade na construção de jogo, capacidade de chegaria à área e um bom remate.
Foi dos jogadores mais decisivos na caminhada dos juniores até à conquista da Youth League. Os seus desempenhos valeram a sua estreia pela equipa principal na última jornada da Primeira Liga em Paços de Ferreira.
Médio Ofensivo
Pas mal le but de Hugo Félix (2004) avec le Benfica U17. Il s’agit du petit frère de João Félix 😎🇵🇹
D’autant plus face à Porto !pic.twitter.com/1kfuvw52Rx
— Formation Football Club (@FormationFC_) May 29, 2021
Hugo Félix – diz o ditado que quem sai aos seus não degenera. E Hugo Félix demonstra bastantes parecenças ao seu irmão que milita atualmente no Atlético de Madrid na sua forma de jogar, quer seja pela sua criatividade, pela capacidade para jogar e definir entre linhas ou pela finalização (17 golos em 35 jogos pelos juniores nesta época). Um miúdo que ainda terá muito para dar.
Extremo Direito
#JunioresBenfica | 0-3 | 🎥 O golo de Pedro Santos!#MadeInBenfica #UYL pic.twitter.com/I8p6Fy2jnL
— SL Benfica (@SLBenfica) November 23, 2021
Pedro Santos – apesar de ser número dez de origem, nesta temporada Pedro Santos tem-se destacado mais jogando descaído para a ala direita, de onde pode partir para diagonais e explorar zonas interiores do terreno de jogo, tirando um melhor partido da qualidade do seu pé esquerdo. Pedro Santos revela uma boa capacidade de finalização, tendo marcado golos importantes no campeonato e na Youth League.
Extremo Esquerdo

Diego Moreira – foi provavelmente, o jogador que mais entusiasmou os adeptos encarnados nesta época. Diego Moreira é um extremo que personifica o futebol de rua no seu estado mais puro.
Um jogador virtuoso, irreverente, desequilibrador. Um jogador que apresenta uma capacidade de drible notável, um cruzamento venenoso e um bom remate. Já se estreou pela equipa principal.
Ponta de Lança
Luís Semedo 💥
Benfica entrou com tudo na meia-final da Youth League! pic.twitter.com/DeU0GIUb2W
— B24 (@B24PT) April 22, 2022
Luís Semedo – há uns aninhos atrás, a posição de ponta-de-lança era a mais carenciada da formação do Benfica, mas melhorou muito na posição com o aparecimento de jogadores como Henrique Araújo, João Resende e Francolino Dju.
No entanto, optei por Luís Semedo porque foi na minha opinião, o ponta-de-lança que mais evoluiu nesta temporada.
O avançado foi o melhor marcador da equipa de sub-23 nesta temporada com 14 golos apontados, mas mais importante que isso, conseguiu acrescentar coisas novas ao seu jogo, demonstrando outra capacidade para combinar com os colegas de equipa e sendo uma autêntica “carraça” a condicionar a saída de bola adversária.










