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Fonte: SL Benfica

Jhonder Cádiz – O jovem avançado venezuelano demonstrou ao serviço do Vitória FC qualidades que agradaram à estrutura encarnada: capacidade física aliada a poder de explosão, leitura tática (patente nas movimentações, na procura da profundidade e na forma inteligente como pressiona) aliada a uma razoável capacidade técnica e uma veia goleadora incomum para um jogador de equipa que luta pela manutenção (10 golos em 35 jogos).

A contratação avançou e o desempenho nos primeiros treinos agradou, chegando mesmo a marcar no treino aberto ao público. No entanto, a lesão contraída nos primeiros minutos em campo na primeira partida de pré-temporada impediram que o internacional por duas ocasiões pela Venezuela mostrasse serviço. Face às opções para a frente de ataque à disposição de Bruno Lage, Cádiz perdeu definitivamente o seu espaço no plantel e a saída acabou por ser natural. Ainda assim, trata-se de um jogador interessante que ainda está a tempo de se impor no futebol europeu.

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O desporto bem praticado fascina-o, o jornalismo bem feito extasia-o. É apaixonado (ou doente, se quiserem, é quase igual – um apaixonado apenas comete mais loucuras) pelo SL Benfica e por tudo o que envolve o clube: modalidades, futebol de formação, futebol sénior. Por ser fascinado por desporto bem praticado, segue com especial atenção a NBA, a Premier League, os majors de Snooker, os Grand Slams de ténis, o campeonato espanhol de futsal e diversas competições europeias e mundiais de futebol e futsal. Quando está aborrecido, vê qualquer desporto. Quando está mesmo, mesmo aborrecido, pratica desporto. Sozinho. E perde.                                                                                                                                                 O Márcio escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.