O regresso de Jorge Jesus ao Sport Lisboa e Benfica veio agitar a estrutura encarnada, trazendo inúmeras mudanças. Desde a mudança (radical) de abordagem ao mercado de transferências, onde se vê um Benfica muito ativo e a trazer jogadores de renome como Jan Vertonghen, Cebolinha ou Waldschmidt, como mudanças a nível interno, com Paulo Lopes e Luisão a fazerem parte da grande equipa técnica montada pelo português.

Pois bem, perspetiva-se mais uma mudança no horizonte, e envolve o jogador mais influente das “águias” nas últimas temporadas. Adaptado por Rui Vitória ao corredor direito, em 2015, é nessa posição de médio ala direito onde Pizzi tem cimentado o seu nome na história dos encarnados.

No entanto, o médio poderá ocupar terrenos mais interiores na próxima temporada, como deu a entender Jorge Jesus.

Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

Em entrevista à Benfica TV, o técnico afirmou que o médio é “um jogador de último passe”, sendo que, segundo Jesus, “esse tipo de jogadores não jogam nas laterais, mas sim no corredor central.” De resto, essa posição não é estranha ao médio transmontano.

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De lembrar que na época 2014/15, Pizzi, que na altura regressava de um empréstimo ao RCD Espanyol, ocupou o lugar de médio centro, a denominada “posição 8”, durante a segunda volta do campeonato, após a saída de Enzo Pérez, em janeiro. Jorge Jesus era o treinador, e, após rodar alguns jogadores na posição, decidiu que o português era a melhor alternativa.

De resto, é conhecido que Pizzi fez parelha com Weigl no meio campo no jogo de treino contra a equipa B das “águias”, que acabou com uma vitória expressiva por quatro bolas a zero.

Numa altura em que Gabriel é apontado como dispensável para Jesus e com nenhum “8” à vista para reforçar o plantel, o transmontano poderá mesmo voltar ao miolo do terreno, assumindo a batuta no centro da orquestra encarnada na próxima temporada.

Artigo revisto por Diogo Teixeira