O primeiro reforço do SL Benfica vinha a ser falado na imprensa desde janeiro, mas só no dia 23 de junho foi oficializado. Rodrigo Pinho, avançado de 30 anos, chega a custo zero proveniente do CS Marítimo e vem com “fome de golo”.

O avançado brasileiro fez toda a sua formação no seu país e só em 2015 voou para Portugal para representar o SC Braga, num negócio a rondar os 400 mil euros. Nessa época (2015/2016), o clube minhoto cedeu o jogador ao CD Nacional, onde realizou 12 jogos e fez apenas um golo.

No entanto, o empréstimo terminou em janeiro e o jogador regressou a Braga, mas não teve muita utilização – apenas três jogos na equipa ‘A’ e um na ‘B’. Até ao final do contrato, Rodrigo Pinho foi opção para a primeira e segunda equipa do SC Braga, mas sempre sem grande sucesso em nenhuma delas.

No verão de 2017 – fim de ligação aos “minhotos”  – o brasileiro viajou até às ilhas para representar o CS Marítimo, clube onde jogou quatro épocas, tendo jogado 118 partidas e marcado 39 golos, 15 dos quais na última temporada. Este registo levou Jorge Jesus a ter interesse nas suas características e a convencer a direção que seria uma mais valia para a frente de ataque dos encarnados.

Anúncio Publicitário

Ainda que fosse notícia na imprensa portuguesa desde janeiro, o avançado brasileiro só fechou contrato no passado dia 23 e diz-se “motivado” e “muito feliz” por representar o SL Benfica. Falou em “sonho realizado” e num “grande salto” para a carreira, acrescentando ainda que podia ter acontecido “mais cedo”.

O novo jogador das águias tem contrato até 2026 e promete dar luta aos atuais avançados do plantel – Darwin Núñez, Haris Seferovic, Luka Waldschmidt e Gonçalo Ramos. Numa altura em que se fala da possível venda de Seferovic, Rodrigo Pinho vem acrescentar mais mobilidade ao ataque encarnado.

Apesar de não ser um jogador tão fixo como o suíço, o brasileiro tem bastante qualidade com os pés e com a cabeça, sendo isso visível na excelente época que protagonizou ao serviço do CS Marítimo.

A pré-época do SL Benfica já começou há alguns dias, mas o avançado ainda não pôde trabalhar junto dos colegas devido à lesão muscular que enfrenta e que o vai deixar de fora dos relvados, pelo menos, mais três semanas.

 

DEIXE UM COMENTÁRIO

Comente!
Por favor introduz o teu nome