Anterior1 de 3Próximo

sl benfica cabeçalho 1É a estreia na Taça da Liga para Benfica e Sporting de Braga. Ambas as equipas apresentaram onzes com várias alterações, dando minutos a quem tem sido menos utilizado esta época. O Benfica vinha de duas derrotas (frente ao CSKA e o Boavista) e o Braga de uma série de duas vitórias (Hoffenheim e frente ao Guimarães). Os encarnados precisavam de convencer os adeptos depois de um início de época aquém de um clube que pretende defender o título de campeão, estando já a 4 pontos dos líderes FC Porto e Sporting CP.

Quanto ao jogo, teve um início mais forte da equipa da casa que meteu o Braga sob uma pressão alta. Começou com intensidade, com o Benfica a conseguir sair a jogar com mais sucesso do que os bracarenses. Tanto é que, aos 11 minutos, após livre de Filipe Augusto, Raúl Jiménez remata a bola que sobrou para o mexicano e carimba o primeiro golo do jogo. No festejo, Raúl dedica o golo às vítimas do terramoto que afetou o seu país natal, o México.

O Benfica continuava a comandar o jogo, sendo a equipa que mais insistia no jogo, ficando o Braga a apostar em contra ataque, aproveitando as perdas de bola dos encarnados. Chegou mesmo ao perigo, num livre, com vários desvios de cabeça e a bola a saltitar na área e a passar a centímetros do pé de Hassan que se esticou para encostar para a baliza do Benfica, embora sem sucesso. Ficou o perigo na baliza de Júlio César.

O Braga mantinha o crescimento no jogo e conquistava vários livres no meio campo encarnado, incluindo um à entrada da área, mas desperdiçado por Danilo que atirou muito acima do alvo.

Pouco depois, é Samaris a fazer grande passe para Rafa que falhou por completo a baliza vazia do Braga, depois de André Moreira sair para cortar a bola do português.

Anúncio Publicitário

O jogo continuava divido à meia hora de jogo. Novo livre à entrada da área encarnada, mas a ir contra a barreira. Do outro lado, já após um grande pontapé de Eliseu que obrigou a uma defesa incompleta de André Moreira, André Almeida furou o lado direito da área do Braga, cruzando para o centro onde só estavam arsenalistas que limparam para lançamento.

O Braga estava cada vez mais perigoso e equilibrava o campo, sendo tão frequente os lances junto à baliza do Benfica, como junto à baliza bracarense. No entanto, era o Benfica que ia para intervalo a vencer.

Raúl Jiménez colocou o Benfica em vantagem ao intervalo Fonte: SL Benfica
Raúl Jiménez colocou o Benfica em vantagem ao intervalo
Fonte: SL Benfica

A segunda parte recomeça com os mesmos onzes a entrarem em campo. Os primeiros minutos após o intervalo foram como os primeiros minutos da primeira parte, com intensidade, mas com o Braga mais afoito.

Aos 56 minutos, os arsenalistas quase chegavam ao empate por parte de Hassan que apareceu perto da pequena área de Júlio César, mas atirou para defesa do guardião brasileiro, sobrando para a cabeça de Xadas que atirou por cima.

Água mole em pedra dura, tanto bate até que fura: Braga empata aos 68 minutos após cabeceamento de Ricardo Ferreira. Havia jogo no Estádio da Luz.

O golo serviu para aquecer o jogo, que contou logo com grande remate de Krovinovic, obrigando André Moreira a uma defesa complicada. O Benfica continuava a insistir em saltar a muralha minhota, mas o Braga não cedia.

A equipa do Minho conseguia fazer sempre frente aos encarnados e disputar o jogo em pleno Estádio da Luz. Ora perigo de um lado, ora do outro. Um jogo intenso e dificil para ambas as equipas. Jonas esteve pertíssimo de marcar o golo da vitória, mas André Moreira sacudiu as esperanças. Um jogo quente que assim se manteve até ao final da partida, que acabava empatado a uma bola, e até mesmo após o apito final, onde jogadores entraram em conflito e valeu um amarelo a Paulinho, devido ao último lance do jogo frente a Jardel, e a Samaris, este vindo do desentendimento no final.

O Benfica fica assim mais um jogo sem vencer, não consigo ultrapassar o Sporting de Braga em casa, alimentando mais a crise que se encontra. No entanto, os jogadores despediram-se do campo com aplausos, que foram respondidos com cânticos e apoio vindo das bancadas.

Anterior1 de 3Próximo

Comentários