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A FIGURA

Segunda parte do Benfica – Se as exibições no segundo tempo nos jogos anteriores têm sido criticadas pela falta de intensidade, hoje isso não foi o problema. O nulo no marcador obrigou o Benfica a jogar de forma mais agressiva na segunda parte e isso acabou por fazer a diferença, já que os golos surgiram após o descanso. Foi uma Águia totalmente diferente daquela que se tem visto nas últimas segundas partes.

O FORA DE JOGO

Fonte: CD Tondela

Mario González – A referência ofensiva do Tondela tem estado em bom plano na caminhada da equipa beirã na Primeira Liga, contudo hoje o avançado espanhol não mostrou toda a sua qualidade durante o período que esteve em campo. Bastante vigiado pela dupla central do Benfica, o número 17 tondelense não criou qualquer espaço na frente de ataque e acabou ser substituído aos 59 minutos.

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ANÁLISE TÁTICA – SL BENFICA

Para recuperar da perda de pontos na jornada anterior, o Benfica procurava uma vitória para não aumentar a diferença para o topo da Primeira Liga. Jorge Jesus apresentou o seu habitual 4-4-2, com Pizzi e Seferovic a serem as grandes novidades no onze inicial.

As águias entraram motivadas para o jogo à procura de marcar, pressionando fortemente a defesa contrária, só que a boa organização do Tondela impediu essa mesma pretensão encarnada. A paciência foi importante para o Benfica conseguir criar três ocasiões de perigo antes do intervalo, mas o nulo não foi desfeito durante o primeiro tempo.

O intervalo fez bem ao Benfica, já que veio com ainda mais vontade em marcar e isso aconteceu aos 53’ por intermédio de Seferovic. O 1-0 ajudou a estabilizar o jogo ofensivo dos comandados de Jorge Jesus, que foram controlando a seu belo prazer as tentativas adversárias em criar perigo. O encontro foi-se desenrolando e o segundo golo que sentenciou as dúvidas só apareceu perto do final, com o tento de Waldschmidt.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Odysseas Vlachodimos (6)

Gilberto (5)

Nicolás Otamendi (7)

Jan Vertonghen (6)

Grimaldo (6)

Julian Weigl (6)

Pizzi (6)

Rafa (6)

Everton (5)

Haris Seferovic (6)

Darwin Núñez (7)

SUBS UTILIZADOS

Adel Taarabt (4)

 Luca Waldschmidt (5)

Pedrinho (-)

Samaris (-)

Chiquinho (-)

 

ANÁLISE TÁTICA – CD TONDELA

À procura de voltar a pontuar fora de casa – algo que não acontecia desde o dia 17 de outubro -, o Tondela apresentou-se na Luz com o objetivo de explorar o período menos positivo das águias. O treinador Pako Ayestarán usou o seu já bem rotinado 4-4-3, com  as notas de destaque a irem para os regressos de Ricardo Alves, Khacef e Jaquité, num clara intenção de fortalecer o setor defensivo.

Dando o controlo total ao seu adversário, os beirões limitaram-se a proteger a sua baliza durante a maioria da primeira parte, tarefa feita com relativo sucesso pois o Benfica não conseguiu chegar ao golo. Apesar de não ter muita bola, o Tondela aproveitou alguns momentos de desatenção do meio-campo encarnado para lançar algumas contra ofensivas, embora tenham sido muito tímidas.

O golo sofrido nos minutos iniciais do segundo tempo obrigaram o Tondela a arriscar mais para conseguir chegar ao tento do empate. Ainda houve alguma vontade em reagir, só que o controlo do Benfica impediu essa mesma reação e o castigo final veio aos 90+4’. A equipa auriverde continua assim sem conseguir pontuar fora, o que aconteceu pela última vez no dia 17 de outubro.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Babacar Niasse (6)

Tiago Almeida (5)

Ricardo Alves (5)

Yohan Tavares (5)

Mohamed Khacef (5)

Pedro Augusto (4)

Jaquité (5)

Jaume Grau (5)

João Pedro (4)

Salvador Agra (5)

Mario González (3)

SUBS UTILIZADOS

Tomislav Strkalj (4)

Jhon Murillo (5)

Telmo Arcanjo (5)

Bebeto (-)

Souleymane Anne (-)

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