O SL Benfica aparenta viver dias melhores. As “águias” têm vindo a levantar voo nas últimas semanas, conquistando vitórias, amealhando pontos e mantendo invioladas as suas redes. O período destrutivo que precedeu esta fase de maior fulgor, no entanto, cortou demasiado as asas à equipa benfiquista, que encara a fase final da época com apenas duas ambições: a conquista da Taça de Portugal e o segundo lugar da Primeira Liga.

É pouco para o muito que se investiu e perspetivou na antecâmara da temporada, mas não deixam de ser objetivos importantes, cuja concretização é de vital importância, sobretudo pelo que representam na construção da época vindoura.

Para garantir o cumprimento destes desideratos, será necessário manter – ou até melhorar – a forma apresentada e manter – ou até acentuar – a curva ascendente de qualidade. O principal requisito será a estabilidade.

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Estabilidade emocional, individual e coletiva, estabilidade de escolhas, sobretudo no setor defensivo, estabilidade na comunicação, mormente no que concerne as conferências de imprensa de Jorge Jesus, estabilidade exibicional e estabilidade de resultados.

O mês de abril apresenta-se como fulcral para a continuidade – ou não – da forma que as “águias” vinham espelhando em campo antes da paragem para compromissos internacionais. O mês da liberdade vai permitir perceber se a equipa técnica de Jorge Jesus foi capaz de aproveitar a pausa no calendário para solidificar ideias e unir o grupo.

Caso o tenha feito, os encarnados terão todas as condições para vencer as cinco partidas que mês que se avizinha encerra e dar sequência a uma série positiva que só peca por tardia.

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