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Será assim prioritária a contratação de mais dois médios para as zonas centrais e a entrada de um outro extremo. Soluções que podem continuar a ser encontradas na América Latina ou até mesmo por intermédio de empréstimos dos três grandes.

De resto, a experiência de jogadores como Bracalli, Gegé, Anderson Luis ou André Santos ou a emergência de talentos como Bruno Lopes, Walter González ou Hugo Basto, pode realmente ser mais uma boa surpresa para o futebol português, apurando-se para a fase de grupos da próxima fase de grupos da Liga Europa, sobretudo por serem orientados por um treinador com valor comprovado e que conta ainda com suportes como o Professor Neca.

A verdade é que a prestação europeia vai depender muito do sorteio e, não sendo cabeça de série, clubes com maior experiência ou poder financeiro, podem corromper as aspirações do clube do Norte de Portugal e, será talvez preciso reforçar alguns sectores. Para a próxima temporada em solo nacional, a luta pelas competições europeias continuará a ser um objetivo bem vincado e, apesar de grande parte da equipa e Staff técnico se manterem, o Arouca terá que medir forças com clubes que continuam em constante crescimento como o Rio Ave, Paços de Ferreira ou até do Chaves que tem renovado o seu plantel de uma forma bem mais satisfatória e ainda uma prestação nas competições europeias que pode prejudicar a prestação no próximo campeonato, caso o plantel não seja preparado da melhor forma, com o melhor número (em quantidade e qualidade) de opções válidas para cada sector.

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