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Há quem diga que a idade é só um número. Outros dizem que velhos são os trapos. Mas, por outro lado, a experiência de uma carreira – ou de uma vida – pode ser uma qualidade extremamente proveitosa no momento em que um jogador de futebol tem de agir. Felizmente, digo eu, podemos dizer que o nosso campeonato, a Liga NOS, tem sido cada vez mais prolífico neste tipo de jogadores.

Não quero com isto dizer que a média de idades dos jogadores da nossa Liga seja elevada. Acredito até que seja precisamente o contrário. Mas abro este assunto neste espaço devido a uma citação curiosa que fez capa de um jornal desportivo na passada semana: Seydou Doumbia, novo avançado do Sporting, à chegada a Portugal, afirmou que não vinha para o nosso campeonato para “passar férias”.

Esta declaração, por mais estranha que possa parecer ao início, dado que um jogador nunca chega para passar férias quando é contratado, vai ao encontro do pensamento que muitos adeptos têm quando vêem chegar jogadores mais velhos ou que procuram relançar a carreira. Acham que vêm viver a sua reforma, aproveitar mais uns trocos para serem vangloriados numa pequena Liga como a nossa.

m bom exemplo de um regresso, neste caso de Ricardo Quaresma, na altura com 31 anos Fonte: Facebook Oficial Ricardo Quaresma
Um bom exemplo de um regresso, neste caso de Ricardo Quaresma, na altura com 31 anos
Fonte: Facebook Oficial Ricardo Quaresma

Muitos dizem que é preciso apostar na juventude. Certíssimo, concordo plenamente. Mas há que haver quem equilibre a equipa, quem transmita a confiança e a “ratice” que os jovens ainda não possuem. Daí a não me opor, de todo, à contratação de jogadores mais velhos ou aqueles que precisam de um “empurrãozinho” para colocar a carreira num lugar superior conseguido em tempos.

Durante os seus primeiros seis anos de vida, o André não ligava a futebol. Até que no dia 24 de junho de 2004, quando viu o Ricardo a defender um penálti sem luvas, se apaixonou pelo jogo. Amante da história de futebol e sempre com factos na ponta da língua, tem Cristiano Ronaldo e Rui Patrício como os seus maiores ídolos.                                                                                                                                                 O André escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Durante os seus primeiros seis anos de vida, o André não ligava a futebol. Até que no dia 24 de junho de 2004, quando viu o Ricardo a defender um penálti sem luvas, se apaixonou pelo jogo. Amante da história de futebol e sempre com factos na ponta da língua, tem Cristiano Ronaldo e Rui Patrício como os seus maiores ídolos.                                                                                                                                                 O André escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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