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Rio Ave FC 3-3 CD Nacional: Quem erra assim não quer o pódio

No jogo de encerramento da nona jornada, Rio Ave e Nacional empataram a três. Num jogo emocionante, mas com vários erros, a equipa da casa desperdiçou um vantagem de dois golos nos últimos dez minutos e perdeu o terceiro lugar.

A equipa da casa entrou a mandar e, aos sete minutos, já vencia por 1-0. Fábio Coentrão descobriu Diego Lopes nas costas da defesa (o passe do português sobrevoou meio campo) e o brasileiro finalizou com sucesso, depois de receção de classe.

Os vilacondenses, que fizeram apenas uma alteração em relação à última jornada, voltaram a marcar pouco depois, mas desta vez sem contar. Diego Lopes, mais uma vez, rematou para defesa incompleta de Daniel e Carlos Vinícius encostou, mas o avançado estava em posição ilegal.

Depois de um início complicado, a equipa do Nacional foi crescendo e empatou ainda antes da meia hora, com a ajuda de Leo Jardim. O guarda-redes rioavista calculou mal a trajetória do remate de Camacho e largou a bola, que após bater na trave sobrou para Gorré marcar.

O jogo arrefeceu com o golo dos visitantes e só a dez minutos do final houve novo motivo de destaque. Jogada do Rio Ave bem trabalhada pela esquerda e Vinícius a cruzar para a pequena área, onde Coentrão aparece para atirar a rasar o poste.

Mas, quando tudo fazia prever o intervalo, a equipa da casa chegou ao segundo. Felipe cortou com o braço o cruzamento de Fábio Coentrão e o árbitro, depois de ouvir o VAR, voltou atrás e concedeu penálti, convertido por Carlos Vinícius.

Já no segundo tempo, o Nacional viria a ter grande oportunidade para empatar, mas Leo Jardim opôs-se com grande nível ao cabeceamento de Camacho e manteve o 2-1 com uma defesa espetacular.

Leo Jardim evitou o 2-2 com uma defesa espetacular
Foto: Liga Portugal

A equipa da casa ia, ainda assim, sendo mais perigosa através de transições rápidas, e acabaria por ampliar. Galeno fez uso da velocidade para deixar Kalindi para trás e servir Carlos Vinicíus, que bisou na partida.

O Nacional, contudo, podia ter reentrado no jogo pouco depois, mas Witi, em posição soberana, desviou por cima o cruzamento de Camacho.

A equipa da Madeira continuava a mostrar boa reação ao golo sofrido e acabaria por reduzir a dez minutos do fim. Nadjack chocou com Witi quando procurava intercetar um cruzamento e o árbitro apontou para a marca dos onze metros. Na conversão do castigo máximo, o recém-entrado Rochez não perdoou e fez o 3-2.

O Nacional continuava à procura do empate e acabou por consegui-lo em mais um erro da equipa da casa. João Schmidt foi demasiado passivo na saída de bola e permitiu a recuperação de Rochez em zona proibida, com o avançado a assistir Witi para o golo do empate.

O Pedro é estudante de Ciências da Comunicação. Sendo um amante de desporto, é no futebol que encontra a sua maior paixão. A análise do que se passa em campo é a sua prioridade e não consegue ver um jogo sem tentar perceber tudo o que vai na cabeça dos treinadores. Idealiza uma cultura futebolística onde a tática e a técnica são muito mais discutidas do que a arbitragem.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

O Pedro é estudante de Ciências da Comunicação. Sendo um amante de desporto, é no futebol que encontra a sua maior paixão. A análise do que se passa em campo é a sua prioridade e não consegue ver um jogo sem tentar perceber tudo o que vai na cabeça dos treinadores. Idealiza uma cultura futebolística onde a tática e a técnica são muito mais discutidas do que a arbitragem.                                                                                                                                                 O Pedro escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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