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Nas equipas iniciais destaque para as entradas de Boly, Brahimi e Rúben Neves para os lugares de Marcano, Óliver e Danilo. O treinador dos dragões mantém o 4-4-2 do último jogo para a liga, mas muda alguns dos executantes, apostando desta vez em 2 extremos puros nas alas. Na equipa de Petit destaca-se a entrada de Kaká e de Murillo.

O jogo teve um início atabalhoado para ambas as equipas com vários passes falhados. Depoitre podia ter feito o primeiro aos 5 minutos de jogo mas a má receção tirou-lhe o espaço para a finalização. Jaílson ficou a reclamar penalti aos 6 minutos, mas o árbitro esteve bem ao perceber a ausência de contacto entre Jaílson e Felipe. O Porto teve muitas dificuldades no início de jogo em lidar com a inferioridade numérica no meio-campo, acusando a dependência nos movimentos interiores de Otávio e Brahimi para preencher o espaço interior entre meio-campo e ataque. A partir dos 10 minutos de jogo, o Porto começou a engrenar e a ter mais bola, aproveitando o encurtar de linhas do Tondela, que fechou espaços atrás e fez do contra-ataque a sua arma. O Porto manteve o domínio da posse de bola, mas sempre muito denunciado nas suas intenções, só foi se aproximando da área adversária fruto de um ou outro momento de maior inspiração de Otávio. Aos 31 minutos o Porto podia ter chegado ao golo num lance de envolvimento entre Brahimi e André Silva, mas o jovem português decidiu mal no último momento, apostando em novo passe para o argelino. O melhor momento ofensivo do Tondela surgiu aos 42 minutos numa boa jogada, finalizada por um potente remate de Claude Gonçalves para fora.

No final da primeira parte o que saltava à vista era um FC Porto sem ideias e previsível. Os homens de NES apresentaram alguns momentos de bom futebol e causaram algum perigo, mas sempre muito dependentes de iniciativas individuais. Os dragões sentiram fortes dificuldades em causar perigo através de iniciativas coletivas e por isso não conseguiram ameaçar verdadeiramente a baliza de Cláudio Ramos. No que toca aos homens de Petit destaque para o rigor defensivo, para o reduzido espaço entre linhas concedido e para a boa prestação dos centrais ao nível do jogo aéreo.

O Tondela começou claramente melhor a segunda parte no capítulo ofensivo, causando algum perigo nos minutos iniciais. Destaque para um excelente momento individual de Jaílson ao minuto 52. Aos 55 minutos, NES tirou Brahimi e colocou Óliver em jogo. O espanhol foi ocupar o espaço de André no miolo e o internacional português passou para a faixa. Muitos passes longos falhados pelo FCP, que nos primeiros 15 minutos da 2ª parte abusou da longo distância. Depoitre teve uma oportunidade de ouro para o golo de cabeça aos 59 minutos, mas esteve mal o belga na finalização. Uma infantilidade de Felipe aos 61 minutos concedeu um livre em zona perigosa para o Tondela, no entanto os homens de Petit não conseguiram aproveitar.

Aos 66 minutos nova alteração nos dragões, Adrián Lopez para o lugar de Depoitre. Uma dupla falhada esta de Depoitre e André Silve. O belga e o português nunca conseguiram combinar de forma eficiente ao longo da partida. Aos 69 minutos dupla alteração no Tondela, saiu Crislan e entrou Moreno e saiu Kaká, lesionado e entrou Pica. Destaque para boa defesa de Casillas ao minuto 72 a um remate do venezuelano Murillo. Aos 75 minutos, houve bom entendimento entre Adrián e André Silva mas o luso cabeceou ao lado. Aos 76 minutos sai Otávio, o melhor dos dragões até então, e entra Corona. Aos 81 minutos grande oportunidade de André Silva, mas uma boa defesa de Cláudio Ramos impediu o golo. O guarda redes luso voltou a estar em grande 1 minuto depois em novo duelo com o avançado do Porto. O Porto foi subindo de ritmo com o final da partida e finalmente começou a ameaçar seriamente a baliza do CDT, fruto das boas mexidas de NES. Aos 90 minutos esteve muito perto do golo Adrián, o cabeceamento do espanhol esteve muito perto de entrar no segundo poste. Novamente o espanhol esteve perto do golo, aos 92 minutos, mas uma boa defesa do guarda-redes do Tondela impediu o golo.

O FCP deixou para tarde a resolução do jogo e a boa reta final dos homens de NES não foram suficientes para trazer os 3 pontos para o Porto.

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