fc porto cabeçalhoÉ com cinco pontos de vantagem sobre o Benfica e com a perspetiva de o deixar, à condição, a oito pontos – e o Sporting a três – que o FC Porto dá o pontapé de saída na jornada sete da Liga NOS, com o firme propósito de consolidar o processo evolutivo que tem vindo a demonstrar e, consequentemente, continuar a enviar mensagens fortes e de força à concorrência que suspira por um deslize.

Ainda assim, nem só nestes objetivos anteriores se esgota a ambição portista para o embate desta sexta feira diante de uma das boas equipas deste campeonato, o Portimonense. Aliada a tudo isto está também uma enorme ambição de alcançar o sétimo triunfo consecutivo, que se configuraria como o segundo melhor arranque da história do clube, só superiorizado por Jesualdo Ferreira, há dez anos, que conseguiu oito vitórias seguidas.

Alcançar já a fasquia dos 21 pontos é, pois, uma obrigação do FC Porto que, sejamos francos, tenderá a consegui-lo, com maior ou menor dificuldade, ainda que para isso não seja preciso menosprezar este belo Portimonense, mas antes encará-lo com seriedade, deixando que a cabeça se vire para o Mónaco apenas no final dos noventa minutos.

O grupo às ordens de Sérgio Conceição tem revelado enorme compromisso Fonte: FC Porto
O grupo às ordens de Sérgio Conceição tem revelado enorme compromisso
Fonte: FC Porto

E seriedade e profissionalismo aparecem aqui como palavras chave para este encontro não só porque do outro lado aparecem jogadores de bom nível como Ewerton, Paulinho, Fabrício ou Nakajima, mas sim também porque, certamente, todos nos recordamos da grande exibição desta equipa de Vitor Oliveira há umas semanas atrás no Estádio da Luz, que mesmo reduzida a dez elementos foi capaz de colocar em sentido o tetracampeão nacional, na sua própria casa.

Não obstante, as palavras de Fabrício (“O FC Porto é muito mais rápido que o Benfica”) há poucos dias, comparando os momentos de Porto e Benfica, são bem taxativas da obrigatoriedade dos dragões em não deslizar, correndo o risco de chegar ao clássico da semana seguinte em desvantagem pontual (e, por que não, emocional?) perante o rival Sporting.

Anúncio Publicitário

A finalizar, ainda a importância de não defraudar os números, que ilustram bem a superioridade azul e branca nos jogos caseiros com os algarvios: 14 jogos, 14 vitórias, 41 golos marcados e três sofridos.

 

Foto de Capa: Pinterest

artigo revisto por: Ana Ferreira