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Nuno Espírito Santo fez rotação quanto baste, inserindo 6 jogadores no onze inicial. Sendo que as grandes expectativas estavam em ver o que iriam acrescentar os reforços Boly, João Carlos Teixeira e Depoitre. Os minutos iniciais não tiveram grande história, apesar do domínio azul e branco. No entanto ao minuto 20, Herrera poderia ter marcado um grande golo num remate a meia distância. Ao minuto 25, finta e remate portentoso de meia distância de João Carlos Teixeira para grande defesa de Vaná. Estava bem no jogo o nº 18 do FCP que iria protagonizar nova jogada de perigo aos 27.

Um minuto depois era Herrera a protagonizar nova jogada de perigo, num lance em que apertado por defesas dentro da área dispara forte para nova defesa de Vaná. O binómio Herrera-Teixeira era a principal fonte de desequilíbrio na manobra ofensiva do FCP. Teixeira protagonizou ainda um momento delicioso de equilíbrio ao fazer um corte fenomenal ao minuto 32 a jogada de contra-ataque do Feirense. Os minutos passavam, mas os comandados de NES, apesar de se manterem nos tais 60 metros que este tanto fala, falhavam em causar perigo flagrante. Assim, os dragões dominavam sem massacrar e o Feirense por sua vez defendia bem e tentava o contra-ataque sempre que podia. Nos homens de Santa Maria da Feira destaco Flávio Ramos e Vaná que iria ainda protagonizar duas grandes defesas na sequência de um canto ao minuto 47. Antes do intervalo houve ainda tempo para o FCP reclamar um penalty, justamente, que culminou num amarelo a Rúben Neves e numa onda monumental de assobios.

O FCP reiniciou o jogo com o mesmo ímpeto ofensivo e o golo chegaria mesmo ao minuto 49 por Marcano que permaneceu na área após um canto e correspondeu da melhor forma a um cruzamento de Herrera. Grande cabeceamento do defesa espanhol que marca novamente ao Feirense. O Feirense não reagiu mal ao golo e demonstrou um refrescante maior pendor ofensivo sem perder o rigor e a organização defensiva. Aos 63 minutos, os homens de Santa Maria da Feira obrigaram mesmo Sá a aplicar-se por meio de um bom cabeceamento de Platiny na sequência de um lance de bola parada. Aos 67 minutos, Depoitre fez uma boa movimentação mas falhou no cabeceamento, num lance em que a arbitragem esteve novamente mal desta vez por via de um fora-de-jogo inexistente. Aos 73 minutos, Flávio Ramos voou por entre os centrais do FCP e fez um excelente cabeceamento para golo do Feirense.

Os homens de NES pagam caro a redução da intensidade. Herrera poderia ter restabelecido a vantagem aos 75 minutos, mas falhou no remate. Aos 78 minutos entrou Óliver para o lugar de Herrera e Rui Pedro para o lugar de JCT. FCP novamente em 4-4-2 com Rui Pedro ao lado de Depoitre. Aos 80 foi a vez do teinador do Feirense mexer no jogo, tirando Luís Machado e colocando Sonny, sendo que já tinha feito entrar Ricardo Dias. Os 84 minutos foram momento para nova barracada do árbitro que assinala falta inexistente de Boly.  Não fosse grande defesa de José Sá, a falta assinalada teria mesmo resultado no 2-1 para o Feirense.

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