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O FC Porto regressou aos jogos para a Liga NOS com uma vitória frente ao Vitória Futebol Clube após a paragem para as partidas internacionais e os jogos da Liga dos Campeões. Com o mesmo onze inicial com que defrontou o FC Schalcke 04 o FC Porto venceu a partida com uma vantagem de dois golos, mas o resultado não espelha de todo a exibição. A luta pela posse de bola e controlo do jogo marcou a partida e a equipa da cidade do Porto sentiu muitas dificuldades para conquistar os três pontos no Bonfim.

Os primeiros 15 minutos do jogo foram bastante intensos a nível físico. Os “azuis e brancos” não estavam a conseguir dominar por completo o jogo e ambas as equipas tiveram de lutar pela posse de bola, acabando por se anularem uma à outra. A primeira oportunidade do jogo foi do Vitória de Setúbal através de um remate muito forte de fora da grande área por parte de Mano que acabou por ser apenas um susto para Iker Casillas. O FC Porto não quis ficar atrás a nível de oportunidades de golo e, minutos depois, obrigou Joel Pereira a defender um remate colocado de Brahimi. O jogo começou a aquecer até que a bancada dos adeptos explodiu de alegria ao minuto 17 com o golo de Vincent Aboubakar. Marega na direita passa para Maxi que, dentro de área, remata contra o jogador adversário, sobrando assim para o camaronês fazer o 4º golo na Liga NOS.

O golo dos “dragões” fez retomar a luta pela posse de bola, sendo que a equipa da casa desta vez teve que correr mais atrás dela. O FC Porto conseguiu controlar minimamente o jogo até ao intervalo, mas o Vitória de Setúbal impediu quase sempre a criação de oportunidades da equipa da cidade Invicta ao fechar bem os espaços.

Éder Militão teve em destaque na partida
Fonte: FC Porto

O início da segunda parte foi marcado pelo crescimento do Vitória de Setúbal no jogo e pelo golo invalidado. Aos 48 minutos, Valdo recebe a bola dentro da grande área com o braço e remata para dentro da baliza, fazendo a igualdade para os “sadinos”, mas não por muito tempo… O vídeo-árbitro anulou o golo após a consulta do lance no ecrã pelo árbitro da partida, Manuel Oliveira.

O Vitória de Setúbal fez o FC Porto passar um mau bocado depois do intervalo conseguindo subir imenso no terreno para atacar e controlar a posse de bola. A única situação de perigo nos primeiros 15 minutos da segunda metade para o FC Porto foi um remate à baliza de Sérgio Oliveira que tinha acabado de entrar para o lugar de Otávio, passando a equipa a jogar num sistema tático de 4-3-3.

O Vitória FC continuava a ameaçar e ao minuto 67, Iker Casillas ficou com as “mãos a arder” após o remate forte de Hilderberto Pereira. Uma excelente intervenção do guardião portista.

O jogo entrava numa fase crucial e o golo podia surgir para qualquer lado. Ambas as equipas lutavam pela posse de bola tal como tinha acontecido desde o início do jogo.

Até que ao minuto 78, Sérgio Oliveira manda uma “bomba” para a baliza de Joel Pereira (que podia ter feito melhor) e amplia assim a vantagem de pontapé de livre. O jogo já estava praticamente decidido, mas Jesús Corona teve nos pés a oportunidade de fazer com que os Dragões marcassem o terceiro golo na partida, no entanto, o mexicano mandou a bola ao lado e sem força. O Vitória de Setúbal ainda lutou para fazer o golo até ao fim da partida, mas o FC Porto acabou mesmo por ganhar.

Onze inicial do FC Porto: Casillas, Maxi Pereira, Felipe, Éder Militão, Alex Telles, Otávio, Herrera, Danilo, Brahimi, Marega e Aboubakar.

Onze inicial do Vitória FC: Joel Pereira, Mano, Vasco Fernandes, Artur Jorge, André Sousa, Valdu Té, Semedo, Dankler, Berto, Éber Bessa e Mendy.

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