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O FC Porto termina da melhor forma os jogos no Dragão esta época, com uma goleada convincente por quatro bolas a zero, diante de um atrevido Boavista. Num horário pouco habitual, mas sempre sem perder a ambição de vencer, a equipa apresentou-se equilibrada e com várias alterações no onze, de modo a consolidar e afinar os processos para a final da Taça de Portugal agendada para dia 22 deste mês.

Os dragões foram a jogo com várias novidades no onze. Começaram, Iker Casillas, Maxi Pereira, Chidozie, Ivan Marcano, Miguel Layún, Danilo Pereira, André André, Herrera (Capitão), Varela, Jesús Corona e André Silva.

Os axadrezados hoje iniciaram a partida com Mika, Tiago Mesquita, Paulo Vinicius, Correa, Henrique, Idris (Capitão), Renato Santos, Tahar, Rúben Ribeiro, Iriberri e Anderson Carvalho.

O jogo começa algo atabalhoado, com “bola lá, bola cá”, as duas equipas muito encaixadas no meio campo sem grande notoriedade nas suas ações. Destacava-se André André, com passes e pormenores a encantarem as bancadas do Dragão. Num canto batido à maneira curta, Corona cruza com qualidade para a área, Idris acaba por não desfazer o lance da melhor forma, e Danilo Pereira abria o ativo no primeiro remate à baliza com um pontapé fulminante deixando Mika sem qualquer tipo de reação. Mais uma vez o incansável médio português a mostrar o seu enorme valor e também a revelar-se como opção indiscutível para a Seleção Nacional, neste próximo Euro que se avizinha.

Nota negativa para o decréscimo exibicional do FC Porto a todos os níveis, a partir do momento em que a equipa abriu o ativo. A concentração e a intensidade baixaram muito e os comandos de José Peseiro viram Casillas a brilhar numa excelente defesa a remate de Tiago Mesquita. Tiago que finalizou o jogo como capitão, e assumiu-se como figura maior do Boavista em toda a partida.

O intervalo fez bem ao FC Porto, que com as entradas de Brahimi e Rúben Neves subiram as suas linhas e pressionaram e encostaram muito mais o Boavista à sua baliza. O FC Porto chega outra vez ao golo sem muitas dificuldades, de novo aos onze minutos, mas desta vez pelo lateral esquerdo Miguel Layún. Estupendo remate de pé direito do ala, que assistido pelo miúdo André Silva, fez balançar as redes de Mika. Golo importante que deu tranquilidade à equipa para todo o resto do encontro. Minutos depois foi Brahimi, que com um pormenor técnico fantástico ia fazendo um golo de belo efeito. André Silva claramente o homem do jogo do FC Porto, protagonizou juntamente com Henrique um excelente duelo, que ao longo do resto da partida fez sempre “faísca”. O Boavista perdeu o fulgor à medida que os minutos se foram esgotando, e não causaram mais calafrios ao FC Porto.

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