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Fechada a janela de transferências de janeiro, o FC Porto fez pouco mais do que o já esperado: tendo em conta a presença em todas as competições por disputar, reforçou-se cirurgicamente e, sem esquecer a contenção imposta pelo fair play financeiro da UEFA, apostou no reforço com base em empréstimos.

A saída mais significativa terá sido a de Miguel Layún. O mexicano foi emprestado ao Sevilla FC, que tem opção de compra no fim da época. O lateral chegou à Invicta na época de 2015/16 e, de dragão ao peito, disputou 79 partida e marcou 11 golos.

Miguel Layún é o nome da saída mais sonante do plantel do FC Porto Fonte: Twitter de Miguel Layún
Miguel Layún é o nome da saída mais sonante do plantel do FC Porto
Fonte: Twitter de Miguel Layún

João Costa saiu por empréstimo para o Gil Vicente FC, Juan Quintero foi emprestado ao CA River Plate, André Pereira ao Vitória FC, Jorge Fernandes ao CD Tondela e Alberto Bueno ao Málaga CF. Já Rafa Soares foi a título definitivo para o Portimonense. Por outro lado, chegaram à Invicta quatro reforços.

O médio Paulinho, proveniente do Portimonense SC, poderá tornar-se uma peça central na equipa azul e branca agora que o calendário dos dragões começa a adensar-se. Osorio, proveniente do CD Tondela, vem para uma posição com pouco espaço para ele, mas que cujas duas das três atuais opções estão em dúvida para a renovação. Assim, e uma vez que o FC Porto tem opção de compra em junho, o jovem venezuelano deverá ser uma aposta a longo prazo. Para o ataque chegou Majeed Waris e regressou Gonçalo Paciência.

Waris chegou e já se estreou ao serviço do FC Porto Fonte: FC Porto
Waris chegou e já se estreou ao serviço do FC Porto
Fonte: FC Porto

Waris, proveniente do Lorient FC, pouco ou nenhum tempo precisou de esperar para começar a contar minutos e provar o gosto da arbitragem portuguesa. Foi a jogo aos 78’ na meia-final da Taça da Liga frente ao Sporting CP e, na hora de bater a grande penalidade, não falhou. Já em Moreira de Cónegos viu um golo seu ser anulado por fora de jogo.

Gonçalo Paciência traz consigo uma primeira metade da época muito positiva e o sonho de se afirmar no seu clube do coração. De armas (re)carregadas, o FC Porto deverá estar pronto para alcançar o tão desejado título de campeão nacional e chegar o mais longe possível nas restantes competições.

Foto de Capa: FC Porto

Artigo revisto por: Vanda Madeira Pinto

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