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O caso de Waris

Filipa Mesquita · 2 min

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Com a abertura do mercado de inverno, há novos contornos no caso de Waris. Um assunto que ainda está por resolver e que levanta várias questões.

O avançado ganês de 28 anos chegou ao FC Porto no mercado de inverno da época de 2017/2018, mas nunca conseguiu afirmar-se na equipa de Sérgio Conceição.

Na altura em que foi adquirido pelo FC Porto, o plantel precisava de um homem goleador, mas o ganês esteve muito longe de o ser. Participou em oito jogos, mas em nenhum deles fez o gosto ao pé. O rendimento aquém das expectativas do treinador levaram o avançado até outros campeonatos. Na época 2018/2019 foi emprestado ao Nantes – curiosamente antiga equipa de Sérgio Conceição -, e no campeonato francês foi mais feliz. Foi uma opção constante na equipa francesa, realizou 38 jogos e apontou sete golos. Um registo que lhe abriu novamente as portas da casa, mas, mais uma vez, Sérgio Conceição tirou-lhe as chaves e não deu oportunidade ao atleta.

 

Waris ao lado do presidente do FC Porto, Pinto da Costa, no dia em que assinou contrato com o emblema azul e branco
Fonte: FC Porto

A treinar à parte desde o início da temporada, e atirado para a equipa B, o jogador tem novamente em vista outras paragens, mas desta vez definitivas. O FC Porto pede cinco milhões de euros pelo passe do ganês, mas o negócio ainda pode ter outros contornos. A única certeza é que o jogador não faz parte das contas de Sérgio Conceição e não tem lugar no plantel azul e branco. O empréstimo não é viável e a venda está em primeiro plano.

Neste mercado, a venda do jogador é um dos objetivos e até já há dois interessados: Nantes e Estrasburgo. Ainda assim, a boa prestação do jogador na Ligue 1, inclina o jogador para o campeonato francês, mas para isso é necessário que o clube pague aquilo que é pedido pelos portistas e aceda ao ordenado avolumado que o jogador pretende.

O agente de Waris já garantiu que esta situação tem de ser resolvida com a maior brevidade possível.

Foto de capa: FC Porto

Artigo revisto por Inês Vieira Brandão 

Filipa Mesquita

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