O campeonato parou, mais uma vez, para ceder o relvado aos encontros agendados pelas seleções. Durante, sensivelmente, um mês, o FC Porto esteve a 4 pontos do SL Benfica, que parecia embalado para ganhar os 34 jogos em tantas outras jornadas.

Porém, o “grande” Portimonense SC conseguiu ir ao Estádio da Luz fazer o que ainda ninguém tinha feito, que era derrotar os encarnados. Com este resultado, o FC Porto voltou a reaproximar-se da liderança, estando apenas a um ponto.

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FC Porto Sérgio Conceição
Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Nada estava perdido antes, como nada está ganho agora. Mas, realmente, é engraçado como a vida parece um ciclo repetitivo e como o futebol português parece reencarnar tão bem essa realidade.

Ainda antes de o presidente Pinto da Costa proferir as declarações desta semana, já tinha eu decidido escrever sobre este tema, mas tenho que confessar que o nosso líder deu uma ajuda na sua redação. Pois, quem já faz futurologia passado um mês de campeonato, é caso para dizer que “não aprenderam nada”.

É verdade, parece mesmo isso, pois nos últimos anos fomos assistido a reviravoltas de 4 ou 7 pontos, mas a fanfarrice parece nunca acabar.

Também admito que esta reaproximação não podia ter aparecido numa melhor altura, pois a derrota contra o Liverpool FC ainda se encontra atravessada na garganta, mas um jogo é apenas isso… Um jogo.

A aproximação do FC Porto

Agora, está na hora de analisar, corrigir e continuar com o que está a ser bem feito e nunca desviar do nosso objetivo, a vitória final, o título de campeões.

Podem dizer o que quiserem, podem menosprezar o que vocês quiserem, mas apesar de maiores ou menores dificuldades, ser FC Porto é isto, é nunca desistir e ganhar forças nas nossas fraquezas. Poderemos apontar mais ou menos críticas, mas no fim todos queremos o mesmo, ganhar e é essa palavra que eu quero ver repetida nos próximos tempos.

Porque tudo está bem menos quando se ganha. Apesar de que a vitória também não deve servir para camuflar o que não está tão bem feito e ultimamente os nossos dirigentes têm-se escondido excessivamente em cima delas.

Artigo revisto por Joana Mendes

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