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De protagonista a figurante: Já não jogas, Oliveira? | FC Porto

Formado no Olival, foi rodando em alguns empréstimos, mas, desde que se afirmou no FC Porto, Sérgio Oliveira tem sido uma peça crucial no xadrez azul e branco.

Teve, no ano passado, a melhor época da sua carreira a nível individual, na qual marcou 20 golos em todas as competições.

A sua entrega em campo, aliada à mentalidade batalhadora e consistência exibicional, sempre o tornaram num elemento imprescindível do plantel.

Dentro de campo é um exemplo e, a par de Pepe, carrega a braçadeira e enverga o símbolo com um orgulho e vontade que há muito não se via no Dragão.

É conhecido pelo seu remate forte e colocado de fora de área e pela sua eficácia nos livres diretos, sendo que, um em especial, foi dos mais decisivos na campanha do FC Porto na Liga dos Campeões, derrotando a Juventus FC e permitindo à equipa estar presente nos quartos de final da competição.

Para além de tudo isto, o seu nome vinha a estar constantemente nos convocados da Seleção Nacional, chegando mesmo a disputar o Europeu 2020. Contudo, com o início da presente época, Sérgio Oliveira não tem constado das primeiras opções do míster Conceição.

Fez somente um jogo a titular e, quando tudo indicava que o ia ser frente ao Sporting CP, começou no banco. Em seu detrimento, o treinador tem dado prioridade a Mateus Uribe, Bruno Costa ou Marko Grujic.

Como era de esperar, foi um tema um pouco debatido pela imprensa e os entendidos apontam que Oliveira já estaria mais concentrado numa saída (foi apontado a AS Roma, ACF Fiorentina, Tottenham Hotspur FC e Wolverhamton Wanderers), uma vez que o clube via este mercado como uma oportunidade única para lucrar com o seu passe.

Sendo verdade ou não, o jogador acabou por ficar e, neste momento, para não jogar, existem duas possíveis hipóteses: ou o jogador queria sair e, como não conseguiu, Sérgio Conceição está a admoestar-lhe o “castigo” de ir para o banco, ou a direção continua com intenções de o vender no mercado de janeiro e o míster, então, tem de dar prioridade às outras opções que tem.

O curioso é que Jesús Corona encontra-se exatamente na mesma situação, teve muito mercado, não saiu e já voltou a ser opção no onze titular. Será Tecatito muito mais importante no onze do que Sérgio Oliveira?

Na minha modesta análise, a resposta é: não. Tudo bem que Corona é um jogador muito evoluído tecnicamente, mas não é consistente nas suas exibições. É preferível apostar, no lado direito, em Otávio ou Fábio Vieira.

Até mesmo no setor mais defensivo, João Mário ou Manafá são hipóteses que chegam perfeitamente.

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Fonte: Diogo Cardoso / Bola na Rede

Em relação a Sérgio Oliveira, apesar de a sua posição ter muitas soluções, o treinador tem apostado em Bruno Costa, enquanto que o médio internacional português desempenharia o papel muito melhor.

Afinal de contas, até que ponto é uma decisão inteligente prescindir do teu médio mais influente, que, na época passada, terminou como um dos melhores marcadores?

Artigo revisto por Gonçalo Tristão Santos

Licenciado em Ciências da Comunicação, o Flávio sempre foi um amante do desporto e um fanático pelo futebol. Com uma passagem pelos quadros de formação do FC Felgueiras 1932, preferiu pendurar as botas mais cedo e ir em busca da sua formação académica. Acompanha assiduamente o futebol internacional e não falha um único jogo do seu grande FC Porto.

Licenciado em Ciências da Comunicação, o Flávio sempre foi um amante do desporto e um fanático pelo futebol. Com uma passagem pelos quadros de formação do FC Felgueiras 1932, preferiu pendurar as botas mais cedo e ir em busca da sua formação académica. Acompanha assiduamente o futebol internacional e não falha um único jogo do seu grande FC Porto.

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