Vítor Ferreira tem sido um dos grandes destaques deste início de época da equipa “B” portista. O médio azul e branco tem sido uma aposta regular de Rui Barros e é já uma das referências da jovem equipa portista. É um médio com grande capacidade técnica, muita qualidade de passe quer curto quer longo, facilidade de aparecer em zonas de finalização e inteligência tática acima da média.

Um assunto urgente que a estrutura portista tem em mãos é a renovação deste enorme talento. Vítor Ferreira termina contrato em 2020 o que significa que, dentro de três meses, pode assinar por outro clube. Ao que conseguimos apurar a renovação esta bem encaminhada e pode ser fechada brevemente. Ver um dos grandes talentos do Olival sair a “custo zero” é algo impensável e que a estrutura azul e branca deve evitar a todo custo.

Vítor Ferreira pode atuar como médio defensivo (posição 6) ou como médio de transição (posição 8), sendo que, na equipa “B” portista atua preferencialmente na “posição 8” que, na minha opinião, é onde rende mais e onde pode potenciar mais o seu talento. Olhando para a estrutura tática do FC Porto de Sérgio Conceição diria que além das posições já referidas pode também atuar partindo de um corredor e fazendo movimentos interiores ao jeito do que é feito por Otávio e Romário Baró.

Vítor Ferreira é uma das “joias” do Olival
Fonte: FC Porto

O médio azul e branco foi uma das peças fundamentais nos triunfos da época passada dos sub-19 portistas com a conquista do título nacional e da UEFA Youth League. Vítor Ferreira é presença assídua nas seleções jovens portuguesas onde já foi 29 vezes internacional tendo atuado 1679 minutos. Recentemente foi titular pelos sub-21 no confronto diante da seleção holandesa e onde rubricou uma magnífica exibição.

Esta geração portista possui imensos talentos que podem a curto prazo ser peças preponderantes na primeira equipa portista. Romário Baró foi o primeiro a chegar a esse patamar mas Diogo Costa, Diogo Leite, Diogo Queirós, Fábio Silva, Tomás Esteves, Fábio Vieira e Vítor Ferreira são alguns exemplos do potencial da formação azul e branca. O futuro está assegurado mas é preciso “blindar” estes jovens com renovações de contrato e cláusulas de rescisão elevadas.

Foto de capa: FC Porto

Artigo revisto por Diogo Teixeira

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