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Num encontro da Jornada 27 da Liga NOS, Boavista e Rio Ave encontraram-se para uma partida que teve lugar no Estádio do Bessa Século XXI e que contou com arbitragem de João Pinheiro. A tranquilidade e o sonho europeu comandaram um jogo bem disputado, sem interrupções e com agressividade, que acabou por sorrir para o lado dos vilacondenses.

Primeiramente, os axadrezados assumiram o controlo do jogo, servindo-se, essencialmente, dos atributos técnicos de Renato Santos e de Iuri Medeiros. A dupla esteve envolvida precisamente na primeira ocasião de perigo da formação orientada por Miguel Leal. Numa cavalgada notável ao minuto 22, Iuri Medeiros bailou sobre Roderick Miranda e serviu Renato Santos. Em posição privilegiada para inaugurar o marcador, o extremo só não conseguiu fazer o xeque-mate devido a um corte cirúrgico de Rafa Soares. Na resposta, cinco minutos depois, Krovinovi rematou violentamente à entrada da área, porém, Vágner conseguiu socar o esférico. No seguimento da jogada, Guedes ainda tentou a recarga, mas o guardião brasileiro voltou a negar o golo dos visitantes. Ao minuto 30, após um cruzamento de Talocha, Renato Santos quis alvejar a baliza de Cássio, contudo, encontrou novamente um muro chamado Rafa Soares. Depois de uma insistência de Anderson Carvalho, Renato voltou a tentar a sua sorte, com um remate que não constituiu qualquer perigo. Até ao período do intervalo, o Boavista revelou um ligeiro ascendente, trocando a posse de bola pela produção ofensiva.

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Fonte: Boavista FC
Fonte: Boavista FC

Na segunda metade, os pupilos de Luís Castro começaram por assentar o seu habitual jogo de posse e obrigaram o Boavista a sair em transições rápidas, descartando processos de construção bem estruturados. Três minutos depois do reinício da partida, com um conjunto de atrapalhações na área rioavista, Fábio Espinho encontrou a cabeça de Anderson Carvalho, que atirou à figura de Cássio. Ao minuto 75, Rafa Soares, depois de um bom trabalho individual de Krovinović, disparou próximo do canto direito da baliza das panteras e Vágner cedeu o pontapé de canto. Na sequência da situação de bola parada cobrada por Krovinović, o Rio Ave conseguiu adiantar-se no marcador fruto de um cabeceamento certeiro do recém-entrado Adama Traoré, que se libertou da marcação de Talocha. Obrigado a reagir, o Boavista criou algumas oportunidades de golo, que nasceram nos pés de Iuri Medeiros, nos minutos 78 e 89, mas não encontraram o caminho pretendido. Por outro lado, a equipa de Vila do Conde dispôs de duas ocasiões flagrantes para ampliar a vantagem a poucos minutos do fim do tempo regulamentar, ambas desperdiçadas por Gonçalo Paciência.

 

Foto de Capa: Boavista FC

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