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CD Feirense 1-4 CF “Os Belenenses”: Feirense irreconhecível sai goleado pelo Belenenses

Cabeçalho Futebol Nacional

Nova jornada da Liga NOS no Marcolino de Castro em Santa Maria da Feira, entre duas equipas separadas por apenas um ponto na tabela classificativa. O Feirense era, à entrada para esta partida, sétimo com oito pontos, já o Belenenses era nono com sete pontos.

As duas equipas entraram em campo, a da casa com uma mensagem numa camisola, de força para as vítimas do sismo que se deu no México, onde se via a bandeira mexicana junta com a frase “Fuerza México”. A equipa da casa, sem Barge, um dos maiores pilares da sua formação, foi a que teve mais iniciativa nos primeiros minutos, andando sempre mais perto da área adversária que o Belenenses.

Apesar disso, foi a equipa forasteira a estrear as redes no encontro. Aos 18 minutos, após passe longo para a entrada da área fogaceira, Maurides, com muito espaço concedido pelos defesas contrários, recebeu, tirou dois adversários do caminho e atirou a contar para o 1-0 a favor dos azuis do Restelo.

O jogo prosseguiu com muito equilíbrio entre as duas formações, mas enquanto o Feirense se aproximava da baliza contrária sem grande perigo, o Belenenses, quando chegava perto da baliza de Caio, não perdoava, como se verificou ao minuto 30, quando, na cobrança de um livre direto à entrada da área, André Sousa rematou ao primeiro poste, fazendo o segundo para a equipa de Belém com um belíssimo golo. 2-0 e tudo muito complicado para a equipa de Nuno Manta Santos, que precisava de refrescar as ideias da equipa e fazê-la reencontrar-se em campo. O Belenenses ia crescendo na partida e isso ia dando frutos.

E não parou de dar por aí, isto porque, apenas cinco minutos depois, novamente André Sousa, à meia-volta, com o pé esquerdo, fez balançar as redes da equipa da casa. Abriam-se os portões de uma goleada que podia ainda vir a ser aumentada, numa altura em que alguns adeptos do Feirense iam abandonando o estádio, abandono que era promovido também pelo início de alguma chuva em Santa Maria da Feira.

E foi assim que o encontro chegou ao intervalo. Goleada no marcador e muita coisa a ser conversada nos balneários, essencialmente no da casa. O Feirense esteve irreconhecível na primeira parte, e Nuno Manta Santos e companhia tinham que agir em relação a isto. Relativamente ao Belém, só precisava de manter a postura em campo para a segunda parte. Domingos Paciência era, por esta altura, um treinador satisfeito.

 

Ao intervalo já se fixava no marcador uma goleada por 3-0  Fonte: Bola Na Rede
Ao intervalo já se fixava no marcador uma goleada por 3-0
Fonte: Bola Na Rede

O jogo foi retomado com uma substituição na equipa caseira, que fez entrar João Graça em campo. A chuva continuava, e o futebol de ataque do Belenenses também. Num livre cobrado por André Sousa, Tiago Caeiro cabeceou na cara de Caio, que, mostrando bons reflexos, defendeu com eficácia.

O Feirense foi aumentando de intensidade na procura do golo e esse aumento resultou em golo. Aos 72 minutos, Luís Rocha enviou de cabeça a bola para o fundo das redes, reduzindo a desvantagem. A equipa da casa estava agora, devido às alterações efetuadas por Nuno Manta, mais próxima da baliza do Belém, e prova disso era o número de jogadores inseridos pela equipa na área no lance do golo.

Mas o Feirense nem tempo teve de festejar o golo, uma vez que aos 73 minutos, após assistência de Maurides, Benny, recém-entrado, isolado, não perdoou à frente de Caio e marcou mais um para os azuis. 4-1 e a equipa da Feira continuava ao ataque para reduzir a desvantagem, o que levava a riscos, principalmente a nível defensivo, pelo que a equipa do Belenenses ainda ia causando alguns calafrios ao adversário, apesar do maior pendor ofensivo do Feirense.

No entanto, esse pendor ofensivo não deu em mais golos e o jogo terminou com a goleada do Belenenses por 4-1 ao Feirense. A equipa da Feira realizou neste jogo a sua pior primeira parte da época, onde esteve irreconhecível. Alterou a sua atitude no segundo tempo, mas não conseguiu perturbar a equipa do Restelo, que foi mais eficaz e fez hoje talvez o seu melhor jogo da época. Nuno Manta sai desiludido deste jogo e Domingos com um sorriso no rosto com quase toda a certeza.

Nascido no seio de uma família portista, o Nuno não podia deixar de seguir o legado e faz questão de ser um membro ativo na ação de apoiar o seu clube, sendo presença habitual no Estádio do Dragão, inserido na claque Super Dragões. Para ele, o futebol é quase uma terapia, visto que quando está a assistir a algum jogo se esquece de todos as preocupações. Foi futebolista federado, mas acabou por entender que o seu papel era fora das quatro linhas, e também para seguir os estudos em Novas Tecnologias da Comunicação.                                                                                                                                                 O Nuno escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

Nascido no seio de uma família portista, o Nuno não podia deixar de seguir o legado e faz questão de ser um membro ativo na ação de apoiar o seu clube, sendo presença habitual no Estádio do Dragão, inserido na claque Super Dragões. Para ele, o futebol é quase uma terapia, visto que quando está a assistir a algum jogo se esquece de todos as preocupações. Foi futebolista federado, mas acabou por entender que o seu papel era fora das quatro linhas, e também para seguir os estudos em Novas Tecnologias da Comunicação.                                                                                                                                                 O Nuno escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.

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