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Entramos no Estádio, ainda não vemos o relvado, e já sentimos que é jogo grande, ouvem-se os gritos de encorajamento dos dois lados bem à distância. Não podemos deixar de nos deixar de questionar o porquê de tão raramente vermos os estádios nacionais assim bem preenchidos. Mas, isso é tema para outro dia, como já dissemos, hoje o dia é de jogo grande e o que interessa é o que se passa dentro das quatro linhas.

O jogo começou até equilibrado, mas o golo madrugador de Corona, aos 7 minutos, deu outra tranquilidade ao FC Porto, que ia explorando os espaços entre linhas que o SC Braga estava a abrir nas suas transições.

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À medida que o cronómetro progredia, os homens da Cidade Invicta dominavam cada vez mais a partida e, com os Guerreiros do Minho incapazes de sequer esboçar uma resposta, por quatro vezes a bola rondou com grande perigo a baliza defendida por Matheus, sem que nem à primeira nem nas recargas a conseguissem empurrar lá para dentro.

Só nos últimos 10 minutos do primeiro tempo é que o SC Braga conseguiu, ainda que de forma algo atabalhoada, partir para o ataque, mas uma defesa azul e branca competente e um Casillas com três intervenções seguras impediram que conseguisse tirar frutos desse crescimento ofensivo.

FC Porto ao ataque foi o cenário habitual dos 90 minutos Fonte: José Baptista
FC Porto ao ataque foi o cenário habitual dos 90 minutos
Fonte: José Baptista

O segundo tempo começou com o mesmo pendor do jogo até aí e na sequência de uma bola parada mais um susto na área dos da casa. Dois minutos volvidos e mais do mesmo com Matheus, desta vez, a evitar o golo com uma bela defesa por instinto.

A partir daí o jogo voltou a perder intensidade, tendo os visitantes ainda ameaçado mais dois pares de vezes, incluindo uma bola ao ferro, mas limitando-se a segurar o resultado positivo que lhes assegura a quarta vitória em outros tantos jogos da Liga NOS.

No geral, os 21.382 nas bancadas foram brindados com um jogo de para-arranca com muitas faltas e várias paragens para assistência médica em que o SC Braga perdeu recorrentemente a batalha pelo meio-campo, ficando à mercê dos dragões. Não se pense que os Guerreiros fizeram um mau jogo, mas a verdade é que, mesmo equilibrando a espaços a contenda, mostraram um nível insuficiente para a disputa direta com um dos grandes do futebol português.

O marketing do SC Braga juntou-se à Fundação Bracara Augusta para promover a Noite Branca da cidade Fonte: Raquel Nair
O marketing do SC Braga juntou-se à Fundação Bracara Augusta para promover a Noite Branca da cidade
Fonte: Raquel Nair

No próximo fim de semana, o campeonato para devido aos compromissos da Seleção Nacional e os bracarenses poderão dedicar-se em exclusivo à Noite Branca, que teve um momento promocional na entrada dos jogadores com os adeptos a recorrerem a cartolinas para pintar as bancadas de branco e um lançamento de balões. Quanto mais não seja porque o cartaz promete bem melhor que a fraca amostra de música popular com que o SC Braga brindou os adeptos ao intervalo.

Foto de Capa: FC Porto

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