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SC Braga 1-0 CD Santa Clara: Justiça para lá dos 11 metros

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BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

CD Santa Clara

BnR: O Serginho começou desde cedo a demorar bastante tempo na cobrança das bolas paradas. Houve uma estratégia concertada para baixar o ritmo de jogo e impedir o Braga de colocar mais intensidade na partida?

João Henriques: Lamento dizer, mas é a minha opinião, isso que está a dizer é ridículo. Aos três minutos de jogo, o Serginho não estava a passar tempo de jogo. É ridiculo essa atitude do árbitro perante isso, mas, pronto, eles sofrem tantas pressões externas relativas a tantas situações e essa foi mais uma. Ridículo, porque depois, nos últimos minutos, quando o Braga também tardou na reposição da bola, já não houve a pressa de dizer a qualquer jogador do Braga para acelerar. 

São duas atitudes num jogo em que é ridículo pensar que aos dois ou três minutos a gente está a queimar tempo. Estamos a querer é colocar os jogadores nas posições corretas e não vamos bater a bola só porque o árbitro se lembra de que a bola já estava na marca para ser batida e batemos à toa. E nós, em vez de, primeiro, procurarmos soluções curtas e depois, se não dá, jogar longo, não… temos de bater logo, só porque o árbitro se lembrou hoje de aos dois/três minutos pressionar o Serginho. 

É ridículo! É totalmente ridículo e acho que as pessoas têm que começar a pôr a mão na consciência relativamente às suas atitudes, que são dois pesos e duas medidas no mesmo jogo. E estamos a falar aos dois/três minutos de jogo e estamos a falar dos últimos minutos no tempo de compensação. Provavelmente, se fosse o Santa Clara a fazer a mesma coisa que o Braga fez – naturalmente, não é uma coisa extraordinária – já estávamos aqui a falar de queimar tempo. E era, naturalmente, ridículo outra vez.

Outras declarações:

«Fizemos na maioria do tempo aquilo que tínhamos planeado para este jogo.»

«Chegámos poucas vezes às zonas de finalização. Menos vezes do que aquilo que nós queríamos.»

«Injusto é o resultado que se registou no final deste jogo.»

«As pessoas têm que pensar seriamente [nos horários dos jogos]. Pensa-se só em operadores e outras coisas que não o desenvolvimento do jogo de futebol.»

SC Braga

BnR: O Abel falou que o Braga tem lançado vários jogadores e muitos deles têm vindo da equipa B, que hoje voltou às derrotas e está em lugar de despromoção. Preocupa-o que possa perder a competitividade da II Liga para formar esses jogadores?

Abel Ferreira: Não perde e não façam futurologia. Vocês sabem que as equipas B, para mim… Se eu já aqui vos digo que para mim o mais importante não é o resultado, é o processo, porque acredito nisto que estou a dizer. E se não ganhares, o resultado não conta? Claro que conta, mas, para que o resultado apareça, eu tenho de estar focado naquilo que tenho que fazer, no meu processo.

E vou dizer-vos isto: na alta competição e na equipa A, o mais importante é treinar a equipa. O que importa é a equipa. Na formação do Braga, até à equipa B, o mais importante é formar e desenvolver os jogadores. Isso é que é o mais importante, dar competências e recursos aos jogadores, como já foi o Trincão, como foi o Xadas, como foi o Fábio Martins, que veio também da equipa B e foi fora e agora ficou, como está aqui o Tiago Sá e, se não tivesse tido lesões, como estaria o nosso central Lucas, que seguramente também tinha jogado.

Portanto, nós estamos a cumprir o objetivo da nossa equipa e é por isso que eu já vos disse aqui várias vezes que as políticas dos quatro grandes que estão à frente são completamente diferentes umas das outras. 

Agora, o nosso objetivo é, como nós dizemos, ‘podem contar connosco’, nós estamos aqui para a luta. E a equipa B, tenho a certeza que tudo irá fazer, mas não é esse o grande objetivo, se se vai manter ou se vai descer, é potenciar jogadores para a equipa A. Se amanhã quiser ir lá buscar um jogador e ele render, essas é que são as grandes vitórias da equipa B. Ao contrário do que alguns líderes pensam, nós temos de olhar para a formação e perceber o que é o mais importante, se é a equipa ou o jogador.

E eu aprendi, porque sou um treinador que vem da formação e aprendi numa escola de formação – a escola velha da formação -, e aprendi muito e sei daquilo que falo. Por experiência, vivida, passada, sentida, o mais importante na formação é o jogador, não é a equipa.

Outras declarações: 

«Já estávamos preparados para nos darem a iniciativa.»

«Os grandes guarda-redes são os que dão pontos à equipa e foi isso que o Tiago hoje fez.» 

Foto de Capa: SC Braga

José Baptista
José Baptista
O José tem um amor eclético pelo desporto, em que o Ciclismo e o Futebol Americano são os amores maiores. É licenciado em Direito (U. Minho) e em Psicologia (U. Porto).

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