Cabeçalho Futebol NacionalApós um surpreendente e positivo empate no estádio dos Barreiros, o Estoril Praia recebeu, no jogo de fecho da décima terceira jornada, o Portimonense que veio de uma vitória por duas bolas frente ao Tondela.

Com Mano lesionado, Ivo Vieira operou uma única substituição, introduzindo Fernando Fonseca no 11 titular da equipa estorilista. Por sua vez, Víctor Oliveira apostou nos mesmos protagonistas da última jornada.

Embora com as equipas em contextos completamente diferentes, perspetivava-se um excelente jogo de futebol fruto do tipo de sistema de jogo implementado pelos dois treinadores. Porém, não foi isso que se sucedeu. O jogo até começou relativamente bem para a equipa da linha com, logo aos dois minutos, um forte remate defendido pelo guardião da equipa visitante, Ricardo Ferreira. Logo de seguida, na ressaca do lance, o canto originou uma jogada estudada que, por sua vez, originou mais uma boa defesa de Ricardo Ferreira.

Todavia, após este lace inicial, nada mais deu. A noite arrefeceu e o jogo também. Foi preciso esperar até ao minuto vinte e dois para se cheirar de novo o golo: Kléber cabeceara ao lado numa boa jogada do flanco esquerdo estorilista. Respondendo a esta oportunidade, o Portimonense esteve também perto do golo: ao minuto vinte e cinco, numa excelente combinação do ataque algarvio, Nakajima remata para uma boa defesa de Moreira.

Os canarinhos não foram eficazes o suficiente para vencer a equipa de Portimão Fonte: GD Estoril Praia
Os canarinhos não foram eficazes o suficiente para vencer a equipa de Portimão
Fonte: GD Estoril Praia

Aos vinte e sete minutos, a melhor ocasião de golo da primeira parte. Após uma recuperação de Lucas Evangelista à saída do meio campo, André Claro aparece isolado e atira por cima da baliza de Ricardo Fernandes, Soberana oportunidade para os canarinhos. Aos trinta minutos, por sua vez, foi a vez da equipa de Portimão. Com a sua arma mais letal, o contra ataque, Nakajima (de novo) atira ao lado. Kléber não ficou atrás e logo no minuto seguinte cabeceia por cima.

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A partida estava ao rubro e pedia-se mais do mesmo. Contudo, e para infelicidade dos adeptos que marcaram presença no António Coimbra da Mota, a partida voltou a arrefecer e nada mais houve até Bruno Paixão mandar as equipas para o balneário.

Foi, assim, uma primeira parte fraca marcada pelo constante equilíbrio entre as duas equipas. Respeitando-se mutuamente, Estoril e Portimonense apresentaram um futebol altamente marcado pela paciência, esperando, quase sempre, pelo erro do adversário.

Tal como a primeira, a segunda parte recomeçou a todo o gás. Mas, desta vez, foi o Portimonense a começar com o pé no acelerador. Logo aos cinquenta minutos, após um canto perigoso, o Portimonense envia uma bola às malhas laterais. De seguida, Víctor Andrade e Kléber tentaram também “molhar o bico” mas sem sucesso.