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Cabeçalho Futebol NacionalNuma tarde bonita, mas fria, no Santos Pinto da Covilhã, jogou-se o último jogo da primeira volta da segunda liga. Em campo esteve o Sporting da Covilhã, décimo segundo classificado, e o aflito Freamunde, vigésimo na tabela classificativa. A equipa do norte do país necessitava da vitória para abandonar a linha água e subir a um lugar mais cimeiro na classificação.

A partida iniciou-se com os serranos a procurarem ter a bola na sua posse, mas a primeira grande oportunidade de golo surgiu por parte dos visitantes. Após o primeiro quarto de hora, Ivan Perez, após um contra-ataque perigoso, fez um remate perigoso que passou perto da baliza dos da casa. O Covilhã trabalhava bem a bola, mas não conseguia criar lances de golo muito por causa da excelente organização defensiva que o Freamunde apresentou. Uma linha bastante alta, que muitas das vezes deixava Harramiz ou Chaby em fora-de-jogo. Já na meia-hora, os capões voltaram a chegar perto do golo através de um remate portentoso de Luís Pimenta que culminou numa magnifica defesa de Igor Rodrigues para canto. Contudo, de cima do intervalo surge o golo da equipa beirã. Após desmarcação de Chaby para Harramiz, que fintou o guarda-redes e rematou para corte da defensiva em cima da linha, Pintassilgo aproveita a bola perdida à entrada da área para rematar para o fundo das redes da baliza de Marco.

Chaby foi novamente um dos destaques no ataque dos serranos (Fonte: SC Covilhã)
Chaby foi novamente um dos destaques no ataque dos serranos (Fonte: SC Covilhã)

Já no segundo tempo, jogou-se um futebol mais desengraçado do que o habitual. Muito nervosismo em ambas as equipas resultou num jogo mais físico e competitivo entre jogadores. O jogo teve bastantes paragens e alguns lances duros que deveriam ter sido melhor julgados, ficando algumas cartolinas por mostrar. O Covilhã em vantagem deixou-se adormecer, e viu um Freamunde a ter cada vez mais bola. A linha defensiva dos leões da serra estava cada vez mais descida, e a dez minutos do fim sofreu mesmo o golo do empate. Lançamento longo de linha lateral para a área serrana, corte mal-executado para a entrada de área e remate de Jorge sem qualquer hipótese para o guardião do SCC. A equipa nortenha chegava com justiça ao golo, após as oportunidades que teve ao longo da partida. Até final do encontro registou-se um jogo muito aberto, muito atabalhoado e sem qualidade, com uma oportunidade para cada lado já no tempo de compensação.
Assistiu-se a um jogo fraco, e sem interesse na cidade neve. Apesar do céu limpo e do sol que se fez sentir, esperava-se uma maior adesão dos adeptos às bancadas do Santos Pinto.  Com este empate pouco ou nada se irá alterar na tabela classificativa para estas duas equipas.

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