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A CRÓNICA: JOGO ENTEDIANTE DÁ PONTO AOS PUPILOS DE VISEU

A primeira parte foi sempre equilibrada, tanto na posse de bola como na quantidade de oportunidades e ataques perigosos. Do lado do Casa Pia AC, nota para um livre muito perigoso do inevitável Jefferson, um falhanço “à boca da baliza” de Camilo e um remate ao lado de Jota no coração da área. O Académico de Viseu FC não quis ficar atrás e também esteve perto de marcar por duas vezes: Jeremias Puch isolou Paul Ayongo e este quase finalizava, mas viu a sua chance ser retirada na “hora H” por Matheus Dantas. Um primeiro tempo sempre um pouco lateralizado pelas duas equipas e pouco intenso, mas com algumas oportunidades e uma ligeira superioridade da equipa da casa.

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O segundo tempo decorreu de forma semelhante ao primeiro, mas desta vez com ligeira superioridade do conjunto de Viseu. Apesar de quinze, vinte minutos mais aborrecidos, o aproximar do final do jogo e as substituições de ambos os treinadores agitaram e partiram um pouco o jogo. O conjunto orientado por José Silva podia mesmo ter aberto o marcador através de dois remates de média distância de Ayongo e Carter, que deram calafrios à equipa da casa. A equipa da cidade de Lisboa respondeu com um remate do recém-entrado Diego Medeiros depois de vários ressaltos e, perto do apito final, quase que chegava ao golo através de um autogolo de um defesa viseense. Com este resultado, o Casa Pia garante a manutenção e o Académico fica seis pontos acima da linha de água, à condição.

 

A FIGURA

Jeremias Puch – O médio argentino de 21 anos emprestado pelo River Plate foi o jogador mais esclarecido com bola e ofereceu um claro lance de golo a Ayongo. Surpreendeu a sua substituição a meio da segunda parte. Num jogo com poucos destaques individuais, foi dos poucos que quis animar o jogo.

 

O FORA DE JOGO

Anthony Carter – A referência ofensiva do Académico mostrou sempre ser uma linha de passe viável, principalmente através de diagonais nas costas da defesa, mas esteve sempre desinspirado quando a bola chegava aos seus pés. Esperava-se mais para um jogador da sua qualidade.

 

ANÁLISE TÁTICA – CASA PIA AC

A equipa de Filipe Martins apresentou-se num 4-4-2 com dois médios, dois extremos puros e dois avançados móveis. Apesar das substituições, o sistema e as dinâmicas permaneceram semelhantes, com um jogo bastante lateralizado.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Lucas Paes (6)

Jefferson (6)

Jota (6)

Christian (7)

Camilo (6)

Zach (6)

Banjaqui (6)

Matheus Dantas (7)

Martins (6)

Vítor Gonçalves (7)

Saviour Goodwin (6)

SUBS UTILIZADOS

Vitó (7)

Diego (7)

Malik (6)

Zolotic (7)

 

ANÁLISE TÁTICA – ACADÉMICO DE VISEU FC

A equipa de José Silva também se apresentou num 4-4-2 com uma referência junto à defesa e dois médios à frente. Contudo, um dos extremos juntava-se ao avançado Carter, potenciando a largura do lateral esquerdo. Um jogo também bastante lateralizado, principalmente no flanco direito.

11 INICIAL E PONTUAÇÕES

Ricardo Fernandes (6)

Pica (7)

Fábio Santos (7)

Diogo Santos (6)

Yuri Araújo (7)

Jeremias Puch (8)

Carter (5)

André Carvalhas (6)

Joel (5)

Mesquita (6)

Paul Ayongo (7)

SUBS UTILIZADOS

Zimbabwe (6)

João Vasco (6)

Luisinho (-)

 

BnR NA CONFERÊNCIA DE IMPRENSA

Casa Pia AC

BnR: Apesar do empate caseiro, a manutenção já estava matematicamente assegurada. Considera que o principal objetivo foi alcançado ou ambicionava algo mais para a presente época desportiva?

Filipe Martins: “O nosso objetivo foi sempre a manutenção o mais cedo possível, de modo a prepararmos a próxima época de maneira diferente. E é nesse sentido que estamos a fazê-lo, estamos já a pensar muito na próxima época. Temos que trabalhar pelas vitórias até ao fim, de forma a atingir o segundo objetivo, que é ficarmos o mais acima possível da tabela.”

 

Académico de Viseu FC

Não foram feitas perguntas ao treinador, José Gomes.

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