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Cabeçalho Futebol NacionalNuma manhã soalheira na Serra da Estrela, em que o Sporting da Covilhã voltou à sua casa após algumas renovações, o estádio compôs-se para a recepção ao Futebol Clube do Porto.

O jogo começou ameno, mas com a equipa da casa a dominar o primeiro terço da primeira parte. Tanto que, aos 10 minutos de jogo, acabou por inaugurar o marcador. Fatai cruza e Índio aparece isolado, tendo apenas que encostar para o fundo das redes.

O Porto tentava responder por parte do jovem Diogo Dalot, tanto que grande parte da tática dos dragões passava pelos pés do mesmo. Até à meia hora, o Covilhã conseguiu ainda fazer mais dois remates, por Gilberto e Erivelto, mostrando que não tinha medo de avançar no terreno e de rematar à baliza. Por sua vez, a equipa de António Folha tentava fazer contenção e conseguia ser bem conseguida, no entanto não conseguia entrar para o ataque e discutir o resultado.

Nos últimos minutos da primeira parte foram mais interessantes, com três grandes oportunidades de golo. Primeiro Fatai tentou o segundo golo para o Covilhã, porém o esférico bateu num adversário. Mesmo em cima dos 45 minutos, uma oportunidade para cada lado: João Dias, da equipa da casa, rematou com direção à baliza de Diogo Costa, mas sem sucesso; na jogada seguinte, o FC Porto tenta fazer uma réplica, com um jogador a aparecer na grande área e a passar para a esquerda, onde estava Bruno Costa, para rematar às redes de Igor, falhando o alvo por centímetros.

Índio marcou os dois golos do Sporting da Covilhã Fonte: Bola na Rede
Índio marcou os dois golos do Sporting da Covilhã
Fonte: Bola na Rede

Já na segunda parte, os dragões entraram mais dominadores, com a primeira grande oportunidade de golo a ser sua. Sorte do Sporting da Covilhã por ter Gerson a cortar em cima da linha de golo.

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No entanto, o golo da equipa nortenha acabou por acontecer, e que golo! Fede Varela aproveitou o espaço dado pela defensiva covilhanense e, de fora da área, desfez um pontapé forte que não deu hipótese a Igor. O pé quente do jogador do Porto teimava em não arrefecer, tentando novamente a sua sorte a meia distância, porém sem perigo de maior. Também Dalot teve uma grande oportunidade, depois de uma infantilidade de Paulo Henrique, que perdeu a bola perto da sua área.

O Covilhã tentava responder de todas as formas possíveis. Fatai tenta marcar o segundo golo e desempatar o jogo, no entanto atrapalhou-se e acabou por perder a bola. O golo acabou por aparecer para a equipa caseira. Índio, que já tinha tentado bisar, após um livre que teve uma defesa irrepreensível por parte de Diogo Costa, acabou por marcar o segundo tento. A sua equipa ganha a bola a meio campo e Reinildo, que roubou o esférico a Moreto, conduziu a bola até à entrada da área adversária, passa para Índio que engana a sua marcação e encosta para o fundo das redes.

O jogo acabou por se manter com este resultado, graças também à entrada de Djikine, que funcionou muito bem como contenção no meio-campo serrano.

Depois do começo intermitente, em que consentiam empates nos últimos minutos de jogo, o Sporting da Covilhã conseguiu, frente ao FC Porto B, a terceira vitória consecutiva, no seu Santos Pinto renovado, o que lhe garante a ascensão provisória ao oitavo lugar.

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