Senhores leitores, fixem bem esta signa “NTT”. Tradução: Ninguém travará Travante. A mais contratação mais sonante do basquetebol leonino neste ano de regresso é Travante Williams, um norte-americano que se sagrou campeão nacional nas duas temporadas passadas pela Oliveirense. Trata-se de um atleta de 25 anos, nasceu no Alasca e manifestou, ao Jornal Sporting do dia 27 de junho, todo o seu orgulho em mudar-se para o clube de Alvalade: “Estou muito feliz por estar aqui, mal posso esperar por aquilo que o futuro nos reserva, estou entusiasmado e pronto para começar”.

Mas as contratações no basquetebol não se ficam por aqui. Os leões trabalham, neste ano de regresso da sua formação sénior após um interregno que se prolonga desde 1995, para alcançar muitos títulos, inclusive (porque não…?) o de campeão nacional. É que a contratação de Travante não foi um ato isolado.

O Sporting conta já nas suas fileiras com alguns excelentes jogadores: Ty Toney, norte-americano de 24 anos que atuou a temporada passada no Esgueira; James Ellisor, extremo norte-americano de 29 anos que atuava na Oliveirense e que foi o MVP da final do último campeonato; Jorge Embaló, internacional português de sub-20; e, finalmente, o extremo norte-americano Brandon Nazione de 25 anos que atuava no Olímpia Montevideu (Uruguai) tendo ainda passagens pelo basquetebol alemão, nomeadamente pelo Bayern Leverkusen. A estes ainda se poderá juntar Francisco Amiel, base português que tem internacionalizações nos escalões de sub-16, sub-18 e sub-20 e representava, na temporada transata, a Universidade de Colgate (Estado de Nova-Iorque).

O Pavilhão João Rocha vai ser o palco onde o basquetebol leonino irá ressurgir
Fonte: Sporting CP

Estas contratações de alto quilate para o basquetebol sportinguista vão fazer tremer muitas redes dos cestos portugueses. Mas, sobretudo, nunca se esqueçam da signa “NTT”. Pois, Ninguém travará Travante!

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Foto de Capa: Sporting CP

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O Simão é psicólogo de profissão mas isso para aqui não importa nada. O que interessa é que vibra com as vitórias do Sporting Clube de Portugal e sofre perante as derrotas do seu clube. É um Sportinguista do Norte, mais concretamente da Maia, terra que o viu nascer e na qual habita. Considera que os clubes desportivos não estão nos estádios nem nos pavilhões, mas no palpitar frenético do coração dos adeptos e sócios.                                                                                                                                                 O Simão escreve ao abrigo do novo Acordo Ortográfico.