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São estes jogos que definem um campeonato. Num ciclo totalmente “infernal”, onde perder pontos era proibido, o Sporting deixou escapar a oportunidade de conquistar a sétima vitória consecutiva. Como num duelo de Highlander, sendo Jorge Jesus o Connor MacLeod, o Sporting precisava conquistar os três pontos para absorver toda a energia, decapitando a possibilidade de deixar o FC Porto fugir na tabela.

Mas a equipa de Alvalade foi uma espécie de esgrimista de nível amador, sem capacidade de poder contornar um adversário que tinha uma espada mais pequena, porém, mais trabalhadora. Neste triste conto, destaque, uma vez mais, para o fraco espetáculo produzido por alguns intervenientes. Nomeie-os de pseudo-artistas, sem eficácia para alimentar a crença dos espectadores neste baile sem prazenteiro. Começando pelo juiz da partida, Luís Godinho, que já tinha demonstrado ser um árbitro bastante limitado. Neste sábado, prejudicou ambas as equipas, retirando emoção, competitividade, golos e espectacularidade à partida. Pelo que jogaram Sporting e Moreirense, este jogo merecia outro juiz. Não se compreende a sua nomeação, a segunda em sete jornadas, para jogos do Sporting. Ainda assim, não tem total responsabilidade.

Juntamente com William Carvalho, Fábio Coentrão teve uma grande prestação Fonte: Sporting CP
Juntamente com William Carvalho, Fábio Coentrão teve uma grande prestação
Fonte: Sporting CP

O “chiclas” de cabelo branco que comanda e decide quem joga, fez uma valente borrada na constituição da equipa e na forma como abordou ou estudou a equipa do Moreirense (se é que o fez). É perfeitamente perceptível, que JJ gosta de ter um jogador que provoque calafrios na massa associativa. Já foi assim quando treinava o SL Benfica com aquele defesa esquerdo promissor Bruno Cortez. Hoje, faz o mesmo com Alan Ruiz.

Jorge: não é preciso colocares um jogador que não constrói, não desenvolve, não desequilibra, não tem criatividade, não se posiciona e fundamentalmente não se adaptou ao nosso futebol, para percebermos que és tu que mandas! E a opção em colocar o “picanhas”? Mesmo apreciando a sua entrega e o seu esforço, reconheço que Bruno César teria extrema dificuldade em conseguir ser titular, sequer, neste Moreirense. Não pretendo ser ingrato, creio ser um atleta insuficiente para jogar numa equipa com os objetivos do Sporting.

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