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Numa noite fria de Taça da Liga e com pouca adesão ao estádio, o Sporting CP via-se obrigado a ganhar – e com goleada – para manter as aspirações de passagem à próxima fase da Taça da Liga.

Havendo poucos ataques de parte a parte, a primeira parte foi jogada com calma, onde os remates à baliza foram escassos. Com algumas mudanças no onze inicial, o ataque da equipa de Jorge Jesus não ameaçou muito a equipa adversária, sendo mesmo esta a fazer o primeiro ataque e perigo, em que num contra-ataque, após uma escorregadela por parte de Paulo Oliveira, Walter adianta-se com a bola, mas o remate acaba por sair ao lado da baliza. O Arouca mostra-se mais atacante, ora falhando o alvo, ora sendo travado pelos leões, que nem com a informação de que o seu rival direto, o Portimonense, estava a perder 2-0 frente ao Paços de Ferreira encontrava motivação para fazer golos neste jogo. Chegou-se ao intervalo com um jogo condizente com a temperatura que se fazia sentir: frio e sem emoção.

Com intenção de mudar o rumo do jogo, o treinador sportinguista faz alterações no início da segunda parte: entraram Gelson Martins e Carlos Mané, substituindo, respetivamente, Matheus Pereira e André Martins, para assim dar mais dinamismo e rapidez ao ataque leonino pelas alas, numa altura em que o começa atrasado por motivos de sincronismo com o jogo que se passava em Paços de Ferreira.

As mudanças começaram a surtir efeito, o Sporting CP entrou mais atacante, mais rematador e mais rápido, com Montero e Mané a rematarem à baliza, de fora de área, com um intervalo de escassos minutos. Apesar da maior intensidade por parte da equipa leonina, acabavam por não surtir qualquer efeito na mudança do resultado, isto numa altura em que Jesus esgotou as opções, já que aos 60 minutos de jogo já tinha esgotado todas as substituições.

A entrada de Mané veio dar outra cor à exibição leonina Fonte: Sporting CP
A entrada de Mané veio dar outra cor à exibição leonina
Fonte: Sporting CP
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Já a meio da segunda parte, numa jogada de perigo por parte do Sporting CP, onde existe uma boa combinação no ataque leonino, Rui Sacramento, guarda-redes do Arouca, destaca-se com duas defesas difíceis, tornando ainda mais complicada a inauguração do marcador.

Os leões acabam por chegar ao golo por Marvin, que, após livre à entrada da área batido por Montero (em que Rui Sacramento faz uma grane defesa), desvia para dentro da baliza de cabeça.

O Sporting CP acaba por ganhar o jogo com uma exibição pobre e desmotivadora, dando a entender que já não acreditava na passagem à próxima fase da competição. Desta forma, fica apurado o Portimonense, que fez um caminho irrepreensível durante a fase de Grupos da Taça CTT.

 

A Figura:

Rui Sacramento – o guarda-redes da equipa do Arouca, apesar do golo sofrido, acabou por fazer boas defesas, destacando-se nos 90 minutos.

 

O Fora-de-jogo:

Equipa do Sporting – Entrou desmotivada, sem vontade de vencer nem entusiasmo e, excetuando talvez Gelson Martins (o mais inconformado),  jogou de forma insonsa para a tarefa que lhe era pedida.

Foto de Capa: Sporting CP

 

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