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Matheus Nunes

Matheus Nunes vê-se fazer carreira de leão ao peito

Em entrevista ao jornal Record, Matheus Nunes partilhou algumas das aprendizagens que guardou do tempo que passou com João Mário em Alvalade. Esclareceu o que o levou a optar pela seleção portuguesa e demonstrou a felicidade que vive a jogar pelo Sporting CP.

Os ensinamentos do campeão europeu

A experiência do atual médio dos SL Benfica proporciona-lhe um à vontade maior em campo. Conforto esse que Matheus procurou reter do antigo companheiro de equipa. “[Ele] tem muita calma, guarda muito bem a bola. Então tentei aprender isso com ele”.

O jovem médio do Sporting procurou não só ter mais calma com a bola no pé como também no momento de a soltar. “Às vezes tirava o adversário da frente e depois pecava no passe e o João é muito bom nisso”. Pela sua juventude, a precipitação no último passe é algo normal e foi algo em que Matheus procurou evoluir, ele que é o elemento do plantel leonino que mais passes de rotura procura.

A saído do campeão europeu de Alvalade não culminou em ressentimentos. “Só lhe tenho a agradecer pelo que me ensinou”. E foi o que fez quando o colega abandonou o clube. “No final da época quando ele foi embora agradeci-lhe pelo que aprendi com ele e pelos momentos que passámos juntos”. Durante a estadia de João Mário no Sporting, Matheus olhou para o experiente colega “sempre como um exemplo”.

João Mário Estoril-Praia SAD 1-1 SL Benfica
Fonte: Carlos Silva/Bola na Rede

O sonho de representar uma grande equipa

Qualquer jogador sonha em vestir a camisola dos maiores clubes da Europa. E Matheus não é exceção. Mas como o próprio diz: “Já estou numa grande equipa”. Jogar pelo Sporting, um dos três grandes, é o sonho de qualquer miúdo que pratica futebol em Portugal. E hoje ainda mais vontade devem os miúdos ter de poder jogar de leão ao peito. Com Rúben Amorim a apostar e a confiar no valor dos jovens prodígios da academia de Alcochete, o clube de Alvalade está a exibir uma bela montra para os aspirantes a jogadores de futebol.

Apesar do deslize nos Açores, o Sporting vive o melhor momento em muitos anos. É campeão em título, está na Final Four da Taça da Liga, nas meias finais da Taça de Portugal e ainda nos oitavos de final da Liga dos Campões pela segunda vez na história do clube (a primeira foi em 2007). E obviamente que isto é crucial para se conseguir manter jogadores num campeonato que é conhecido por ser exportador.

Matheus afirmou ter “todos os motivos para estar contente”. Estar em todas as competições tem esse efeito. E disse ainda: “Vejo-me muito bem a fazer carreira no Sporting”. O que é claramente uma boa notícia para o clube. É sinal de que mantendo este estatuto e estando em todas as competições, os jogadores se sentem completos e não pensam em sair.

Matheus Nunes
Fonte: Carlos Silva / Bola na Rede

O futuro de Portugal

Foi no Brasil que Matheus nasceu, mas foi em Portugal que cresceu no futebol. O selecionador brasileiro foi o primeiro a chegar-se à frente e o jovem jogador do Sporting esteve muito perto de representar a seleção canarinha. Mas como a estreia implicava falhar os confrontos com AFC Ajax e FC Porto, a decisão foi adiada. “Eu demonstrei-me disponível para ir, mas depois em conjunto com o clube cheguei à conclusão de que era melhor não ir”.

Mais tarde chegou a vez de Fernando Santos contactar o prodígio leonino. A convocatória chegou, Matheus aceitou e Portugal passou a poder a contar com o talentoso médio. “A decisão baseou-se muito naquilo que eu e a minha família achámos que era o melhor para mim”.

Portugal ficou sem sombra de dúvidas a ganhar, pois Matheus Nunes será certamente um dos médios de futuro da seleção das quinas. A qualidade que tem vindo a revelar ao serviços dos leões promete dar deliciosos frutos.

 

Desde que se lembra que o Miguel joga à bola. Sentiu sempre uma ligação com a redondinha. Com 7 anos de idade começou a ir a Alvalade e desde então é raro falhar um jogo. Aos 13 iniciou a sua carreira no futebol federado. E para sua tristeza, há cerca de dois anos pendurou as botas. Mas não largou a maior paixão que tem na vida. Estuda jornalismo na ESCS e é por intermédio da comunicação que quer acompanhar o futebol daqui para a frente.

Desde que se lembra que o Miguel joga à bola. Sentiu sempre uma ligação com a redondinha. Com 7 anos de idade começou a ir a Alvalade e desde então é raro falhar um jogo. Aos 13 iniciou a sua carreira no futebol federado. E para sua tristeza, há cerca de dois anos pendurou as botas. Mas não largou a maior paixão que tem na vida. Estuda jornalismo na ESCS e é por intermédio da comunicação que quer acompanhar o futebol daqui para a frente.

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